
Talvez nem Pezão acreditasse que conseguiria disputar o título da divisão tão cedo, ainda mais contra o mesmo adversário que conseguira derrotá-lo de maneira tão contundente. “Estava muito nervoso naquela luta. Era a minha primeira pelo UFC, havia muita adrenalina no meu corpo e não consegui colocar dentro do octógono a estratégia passada pelo meu corner”, revelou Pezão ao site Bleacher Report.
Logo após ser amassado pelos cotovelos de Velasquez, Pezão mudou a maré e conseguiu dois nocautes para voltar a figurar entre os lutadores pesados mais bem ranqueados dentro do UFC. Primeiro contra Travis Browne e depois contra Alistair Overeem. “Tive duas lutas, venci as duas por nocaute e isso me deu muita confiança”, disse.
No dia 25 de maio, o brasileiro estará dentro do octógono contra o mesmo Cain Velasquez. Desta vez, pelo UFC 160 e com o cinturão em jogo na luta mais importante da carreira do paraibano. Pezão não esconde a admiração que tem pelo campeão, mas aposta no principal trunfo para sair de Las Vegas com o braço erguido. “Cain é um lutador completo e muito duro, mas confio nas minhas mãos. A cada luta que passa fico melhor e quero ter a chance de enfiar a minha mão na cara dele”, afirmou o peso-pesado. As informações são da Esporte Interativo.
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