Novamente, moradores e comerciantes lotaram as galerias da Câmara para pressionar os vereadores a votarem contra a proposta. Segundo eles, a medida vai prejudicar mais de 10 mil pessoas que moram na região. Após a derrota em plenário, o secretário muncipal de transportes, Jilmar Tatto, disse que a cidade seofrerá atraso.
— O governo está aberto a mudar traçados e o governo atendeu a reivindicação. Então, hoje houve um atraso para a cidade de São Paulo.
Segundo ele, o corredor da Sabará será retirado do projeto por meio de uma emenda que será apresentada nesta quarta-feira (12).
— Faço um apelo para que os vereadores da base de sustentação compareçam amanhã para votarmos o projeto e, em seguida, a emenda da Sabará. E antes da segunda votação vamos debater para rever outros pontos.
No entanto, comércio, moradores e oposição defendem que a retirada seja anterior à primeira votação - e nada seja votado antes disso. O líder do PSDB, Floriano Pesaro, fez críticas.
A derrota governista foi comemorada pela oposição, que critica o alto número de desapropriações do projeto e a pressa com que a gestão petista pretende aprovar o projeto.
— O governo está preocupado porque nem a base dele quer aprovar o projeto como está. É uma proposta Frankenstein, que mexe com 66 avenidas e causa uma convulsão na cidade porque vai desapropriar 7 mil moradias
Além da Sabará, haverá remoções na Belmira Marin e na Estrada do MBoi Mirim — que também enfrentam resistências.
r7
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