De acordo com policiais do 64.° DP (Cidade A.E Carvalho), o caso foi registrado como morte suspeita, mas ainda não se sabe o local e as circunstâncias. O boletim cita que o jovem morreu antes de dar entrada no Hospital Alípio Correa Neto, na zona leste da cidade, para onde foi socorrido. O pai de Lima, que é motorista e tem 63 anos, foi intimado a comparecer a delegacia para prestar maiores esclarecimentos sobre a morte do filho.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, o pai contou que Lima saiu de casa na sexta-feira, 4, dizendo que ia para uma festa e, depois, dormiria na casa de um irmão. No dia seguinte, entretanto, o motorista foi avisado por um amigo de que o filho teria sido atingido na cabeça durante uma briga. Ele decidiu então percorrer os hospitais da região e encontrou o filho no Hospital Alípio Correa Neto, também na zona leste. Lima chegou à unidade sem vida, com quadro clínico de parada cardiorrespiratória.
De acordo com os amigos do jovem, o menino foi agredido até a morte durante um baile funk na Rua Terra Brasileira, no bairro Cidade AE Carvalho, depois de paquerar uma menina que estava acompanhada de outro rapaz. "Parece que o rapaz deu uma voadora nele, que caiu no chão e foi chutado pelos outros amigos (do suposto agressor)", disse o amigo de Lima, Fabio Oliveira, de 23 anos. O corpo do jovem foi velado na noite deste domingo, 6, e enterrado na manhã desta segunda-feira, 7, no Cemitério Municipal de Itaquera.
Nas redes sociais, amigos prestavam homenagem ao jovem. "Não consigo dormir, não consigo acreditar :(( amigooo saudades", postou uma menina. "O que eu mais vou lembrar dele é do riso e da alegria" disse o estudante Will Oliveira dos Santos, de 17 anos, cuja foto do Facebook é uma foto do jovem morto escrito Luto.
Rolezinho. Lima organizou um "rolezinho" no dia 11 de janeiro no Shopping Metrô Itaquera, na zona leste. O evento acabou em confusão, com a Polícia Militar usando bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar cerca de 3 mil jovens, enquanto lojistas fechavam as portas. As informações são do Estadão.
Nenhum comentário:
Postar um comentário