- Cheguei num momento em que não tinha mais tempo para contratações e nem para treinos, com jogos de quarta-feira e domingo. Por isso, antes de discutir valores com o Palmeiras, disse que se quisessem meu trabalho apenas para os jogos finais eu não seria o nome indicado. Falei isso três ou quatro vezes para o Genaro (Marino, vice-presidente), (José Carlos) Brunoro (diretor-executivo), Omar (Feitosa, gerente de futebol) e até para o presidente. Eles colocaram que não poderíamos cair de nenhuma maneira e que depois haveria um planejamento para 2015, quando eu teria condição de corrigir o que aconteceu em 2014. Para enfrentar uma situação que não seria fácil, tive essa garantira de que continuaria.
Dorival acredita que se tivesse tido a oportunidade de começar o próximo ano à frente do Palmeiras, conseguiria montar uma equipe competitiva.
- Falei várias vezes a eles que se não fosse dessa maneira (permanência em 2015), estaria correndo um risco e não seria saudável nem para minha carreira e nem para o clube. Disse que não gostaria de ir para o Palmeiras para ser bombeiro. Até porque, se buscar todos os trabalhos que realizamos, se tem um ponto que destacaria é justamente a montagem de elenco. Quando consegui fazer esse tipo de trabalho alcancei resultados, declarou Dorival.
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