sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Patrícia Moreira e outros três réus no caso de racismo contra goleiro Aranha, estão livres para frequentarem estádio

Foto: DivulgaçãoPatrícia Moreira e os outros três réus no caso de racismo contra o goleiro Aranha, do Santos, ocorrido em 2014 na Arena do Grêmio durante a partida entre Grêmio x Santos pela Copa do Brasil, estão livres para frequentarem estádios do futebol. 

O despacho feito pelo juiz Marco Aurélio Martins Xavier, da Promotoria do Torcedor, do Ministério Público, nesta sexta-feira (19), determina que a primeira fase da punição aos réus já foi cumprida. Eles, agora, precisam apenas comparecer trimestralmente a Delegacias de Polícia e ainda não afastarem-se das comarcas em que residem. 

Patrícia Moreira, Éder Braga, Fernando Ascal e Rodrigo Rychter, flagrados em atos racistas contra o então goleiro do Santos a completarem a pena imposta, que terá fim no fim deste ano frequentando normalmente praças desportivas. Até então, eles eram obrigados a comparecer em Delegacias de Polícia durante jogos do Grêmio.

O Santos vencia o jogo e o goleiro Aranha foi alvo de xingamentos racistas. As câmeras de transmissão do jogo flagraram os aficionados gritando 'macaco' ao goleiro. O Grêmio foi julgado e punido. Acabou eliminado da Copa do Brasil. 

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