– Temos consciência de uma coisa: teremos Jogos Olímpicos e trabalhamos neste processo com uma ação dirigida contra o vírus. A zika não compromete a realização dos Jogos. O vírus provoca danos graves em mulheres gestantes e algumas cidades terão prioridade, como o Rio de Janeiro, disse Dilma.
A presidente ressaltou que a sede olímpica é prioridade na ação de combate ao vírus da zika justamente por causa das Olimpíadas, mas disse que o compromisso não é com delegações estrangeiras, e sim com os brasileiros.
Dilma pediu colaboração dos cariocas para ajudar a combater o Aedes aegypti.
– Nós conseguiremos, até as Olimpíadas, ter um sucesso bastante considerável nesse extermínio dos mosquitos. Agora, precisamos da população. Essa é uma obrigação do prefeito, do governador e minha. Agora, nós também apelamos para a consciência de cada um dos cariocas, homens, mulheres, crianças, para que nos ajudem nessa função.
A presidente foi acompanhada por autoridades locais, agentes de vigilância de saúde e do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, que disse ver exagero nas notícias internacionais sobre a proliferação do vírus da zika no Rio de Janeiro.
– Estamos em associação com a Universidade do Texas e temos uma ação conjunta com o governo dos Estados Unidos no sentido de garantir que essa pesquisa resulte o mais rápido possível em uma vacina. Não é fácil e sabemos que vai demorar um certo período de tempo. Não é possível que esperemos (a vacina). Então o que temos que fazer? Temos que combater o mosquito porque ele é o transmissor do vírus. É o vetor. E por isso temos que impedir que o mosquito procrie e nasça.
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