De acordo com Joaquim Grava, médico do Corinthians, o clube recebeu um comunicado da Federação Paulista de Futebol durante a semana, informando sobre a situação de Yago. Segundo Grava, o medicamento é permitido, desde que não seja ministrado de forma intravenosa.
– Vim comunicar a vocês que durante a semana recebemos uma comunicação da Federação Paulista de Futebol onde o atleta Yago durante uma prova de exame antidoping foi constatado medicamento na urina. Estamos aguardando a contraprova – disse Joaquim Grava.
Grava disse ainda que o medicamento foi relatado na súmula da partida. Agora, o médico e o jogador aguardam pelo resultado da contraprova. Caso ela seja positiva, Yago será suspenso preventivamente até que haja o julgamento do caso.
– Esse medicamento foi ministrado na segunda ou terça que antecedeu ao jogo. Foi feito devido a uma inflamação no joelho. É um lubrificante para a inflamação – disse o médico.
O Corinthians alegará que houve um erro no procedimento médico para tentar inocentar o jogador. O clube alega que Yago foi medicado por ordem do corpo clínico e que não participou de qualquer decisão sobre o medicamento.
– Dentro da legislação do controle, o clube é isento, o atleta é isento. A responsabilidade é toda minha, já que sou responsável pelo departamento médico do Corinthians – afirmou Grava.
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