O atleta não consegue ter firmeza para realizar movimentos mais elaborados por causa da frouxidão do ligamento. A ideia da reconstrução é colocá-lo em condição de perder peso e entrar em forma novamente.
A contusão de Breno com o joelho direito já vem de longa data. Em 2010, jogando pelo Nuremberg, da Alemanha, ele rompeu o ligamento cruzado na mesma região. Ano passado, já no Tricolor, acabou perdendo os dois últimos meses da temporada com dores no lugar e teve de passar por uma artroscopia para corrigir um problema antigo diagnosticado. Em 2016, ele só jogou contra o Red Bull, pela estreia do Paulista, e o Universidad César Vallejo, pelo primeiro jogo da pré-Libertadores.
Com vínculo válido até dezembro de 2017, o atleta é visto como uma espécie de “recuperação do ser humano” pela diretoria. Apesar do viés humanitário, todos acreditam que ele ainda tem totais condições de defender a camisa são-paulina.
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