Crianças da comunidade foram convidadas a desenhar e escrever livremente, enquanto os integrantes da ONG buscavam patrocinadores para fornecimento de tintas e artistas colaboradores.
Os desenhos foram reproduzidos e estampados nos muros de edifícios em ruas sem saída da região.
“Este é um projeto democrático, que pretende tornar a cidade um território das crianças também. Além disso, a coordenação da ONG mapeou a capital e escolheu o Glicério com a intenção de tornar este bairro mais acolhedor”, explica Tiago de Castro, um dos educadores do projeto.
“Acho que o projeto ajuda a comunidade, que passa a pensar ‘Nosso lugar pode ser mais bonito e agradável’”, concluiu.
Cerca de 100 grafiteiros dos coletivos Art in Home e LSF e seus parceiros utilizaram 1.700 sprays e 2.400 litros de tinta acrílica.
“O grafite ilumina a região. Esta escola, onde estudam cerca de 1.000 crianças, ficou mais alegre”, opina o artista John Córdoba. “Adorei o convite. Faço desenhos que misturam animais e me passaram a missão de reproduzir um desenho que mistura rinoceronte e tubarão”, disse o grafiteiro Fernando Berg.
Nenhum comentário:
Postar um comentário