Cristóvão novamente precisou defender as escolhas que fez. O técnico negou que tenha recuado o Corinthians e ainda culpou o desgaste físico pela queda de rendimento.
“A orientação era para o time continuar do mesmo jeito, mas é difícil marcar sob pressão, em cima, durante os 90 minutos. Para marcarmos bem, precisávamos de mais posse de bola. A nossa defesa não conseguia subir, e isso facilitou para o Santos. Perdendo o jogo, era natural que eles fossem para cima”, analisou Cristóvão.
Para mudar o panorama do segundo tempo, o treinador apostou em sacar o centroavante Gustavo, que não fazia uma partida brilhante, porém prendia a defesa santista, e promover a entrada do meia Marquinhos Gabriel. Não adiantou. Mais tarde, o também armador Giovanni Augusto pediu para sair e cedeu espaço ao volante Willians, tornando o time ainda mais defensivo.
“Tiramos o jogador de referência (Gustavo) para dar mobilidade à equipe, por causa do desgaste. Com isso, prenderíamos mais a bola. Só que a entrada do Marquinhos fez a gente melhorar da metade para o final do segundo tempo, e precisávamos disso já no começo. Como não seguramos a bola, o Santos conseguiu virar o jogo”, explicou Cristóvão.
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