sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Passageira é presa com comprimidos de ecstasy no Aeroporto do Recife

A Polícia Federal  encontrou 45 mil comprimidos de ecstasy, totalizando 13,7 kg da droga, dentro de duas malas no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes - Gilberto Freyre, na Zona Sul da capital. Uma mulher de 25 anos natural de Guarulhos (SP), que desembarcou com a bagagem, foi presa por tráfico internacional de entorpecentes.

PF apreendeu 45 mil comprimidos de ecstasy no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes - Gilberto Freyre (Foto: PFPE/Divulgação)

A PF relatou que a jovem aparentou nervosismo no desembarque, ao passar pela fiscalização de rotina, o que gerou desconfiança entre os policiais, que a abordaram. A equipe fez uma vistoria nas duas malas da suspeita e, no raio-x, foi constatado um fundo falso, onde estavam os milhares de comprimidos de ecstasy, uma droga sintética também conhecida como bala ou pastilha.

Além da droga, também foram apreendidas as passagens aéreas, o passaporte e dois aparelhos celulares da mulher. No interrogatório, ela confessou que estava transportando a droga. A jovem tem um filho de 8 anos de idade, relatou que estava com problemas financeiros e aceitou a proposta de R$ 30 mil, feita por um amigo que mora em São Paulo, para trazer a droga sintética da Europa.

“Dessa forma, viajou para a Europa, saindo do país por São Paulo com destino a Lisboa e depois foi para Amsterdã, na Holanda. Disse também que havia recebido R$ 3,5 mil antecipados para custear algumas despesas com a viagem. Por fim, informou que, ao chegar em Amsterdã, uma pessoa que não conhece entregou as duas malas já preparadas com um fundo falso onde estaria escondida a droga sintética e, ao desembarcar no Recife, foi presa por policiais federais”, traz a nota da PF.

Depois de ser autuada, a mulher realizou exame de corpo delito no Instituto de Medicina Legal (IML), no Recife. Após audiência de custódia, ela foi levada para a Colônia Penal Feminina, no Engenho do Meio, na Zona Oeste do Recife, onde ficará à disposição da Justiça Federal de Pernambuco. Caso seja condenada, ela poderá cumprir pena que varia de 5 a 20 anos de reclusão.

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