A proposta aguarda sanção ou veto do governador Geraldo Alckmin (PSDB): o prazo constitucional para a decisão do Executivo paulista é sexta, dia 30 de dezembro. Mesmo com a possível obstrução do tucano, o projeto ainda poderá ser promulgado à revelia pelos legisladores.
A medida é criticada por quem frequenta a estação e também pelo Metrô, pois a mudança implicaria em gastos em um momento em que a empresa, controlada pelo governo estadual, enfrenta uma crise orçamentária.
O Metrô informou, que não se pronunciaria. Indagada também sobre quanto tempo e quanto custou a última mudança, a empresa também não se manifestou.
O deputado que propôs a alteração, André Soares (DEM), justificou a ideia argumentando que o homenageado, um pastor batista nascido em Avaré (SP) em 1914 e morto no ano passado, foi, nos anos 1960, “um dos grandes líderes do avivamento espiritual, que originou a Convenção Batista Nacional (CBN)”.
Soares, que é filho do pastor Romildo Ribeiro Soares, conhecido como missionário R. R. Soares, alega ainda que Tognini “tem especial relação com a região objeto da homenagem”, afinal, a Igreja Batista do Povo, fundada por ele, fica na rua Domingos de Morais, perto da estação Vila Mariana, localizada na zona sul da capital paulista.
Opinião
Tanta coisa para resolver nessa cidade, e os nossos deputados estaduais estão preocupados em mudar nome de estação do Metrô. É complicado senhores!
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