| (Foto: Reprodução/TV Globo) |
O projeto será dividido em quatro etapas:
Um geral com a maioria dos itens;
Um para o Anhembi;
Outro para a privatização de Interlagos;
Último para o Serviço Funerário Municipal.
Para o projeto passar em primeira votação serão necessários 33 votos.
João Doria (PSDB) reuniu-se na tarde de terça-feira (4) com vereadores na sala da Presidência da Câmara Municipal para falar, entre outras coisas, do projeto de privatização.
O encontro contou com a presença de cerca de 40 vereadores, com a exceção da bancada do PT. As vereadoras do PSOL também participaram.
"Eu pedi ao secretário de Desestatização e Participação, Wilson Poit, que apresentasse todo o programa, mesmo aquele que não depende de aprovação da Câmara Municipal de São Paulo. Há várias iniciativas ali que dependem de ato do Executivo", disse ele.
Dória espera que até o fim de maio o projeto completo esteja aprovado.
"E, portanto, no mês de julho, já no segundo semestre, iniciaremos os programas e preparação dos leilões do que for privatização, do que for PPP e as ações de parcerias que serão empreendidas em 55 áreas de atuação."
Doria estima que a receita gerada com o programa de Desestatização seja de R$ 7 bilhões. Ele pretende empregar esses recursos na área de Educação, Habitação, Saúde, Serviços e Obras.
A privatização de Interlagos contemplará a recuperação em torno do autódromo e do Parque Interlagos.
Para o vereador Milton Leite (DEM), presidente da Câmara, as datas para a aprovação do pacote citadas devem ser cumpridas.
"Acho bem razoável", afirmou. Segundo ele, a votação do pacotão deve ocorrer em uma única data.
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