| (Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press) |
“Eu escolhi bater. Tenho que treinar um pouco mais, mas fico feliz que acabei fazendo o gol para ajudar nossa equipe”, comentou Jô.
“Já tenho 30 anos. Não vou me abalar por um pênalti perdido. Não foi o primeiro e não será o último”, completou.
Jadson sempre foi o batedor do Corinthians, desde sua primeira passagem pelo clube. O camisa 10, inclusive, marcou cobrou e marcou um gol de pênalti no último clássico contra o São Paulo. Após o jogo, o meia avisou que não vê problema em dividir a responsabilidade.
“O Jô chegou e pediu para bater. Eu falei ‘tudo bem’. É tudo na questão de conversa. O mais importante é que depois ele nos ajudou com um gol e somamos mais três pontos”, disse o camisa 10 do Timão.
“Tivemos muitas dificuldades. A equipe deles veio com uma postura tática defensiva. Nós tivemos maturidades, trabalhamos a bola, criamos várias chances e a bola acabou entrando. O importante é seguir embalado. Temos de continuar com os pés no chão”, avisou.
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