| Foto: Linha Metrô Vila Mariana - Terminal Parelheiros |
Segundo o Sindmotoristas (Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores do Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo), houve 128 agressões entre janeiro e agosto de 2017 contra 92 no mesmo período de 2016.
Segundo diretor do Sindmotoristas Francisco Xavier, o Chiquinho, a alta nos casos de agressões neste ano é consequência da violência na cidade de São Paulo.
"Esse aumento é resultado da falta de atenção do Estado na questão da segurança pública. Claro que a PM faz o papel dela, mas defendo a criação de uma delegacia especializada em crimes no transporte coletivo", disse.
A SPTrans, empresa responsável pelo transporte público municipal, disse que trabalha em conjunto com a Secretaria de Estado da Segurança Pública, para coibir casos de violência dentro dos ônibus.
As ações investigativas e de inteligência, realizadas em conjunto, são para a reduzir as agressões contra motoristas e cobradores.
A Secretaria da Segurança Pública disse que todos os casos de agressão contra cobradores e motoristas são investigados pela Polícia Civil, inclusive com a solicitação de imagens de câmeras de segurança dos coletivos para auxílio da investigação.
Já a Polícia Militar, afirmou a secretaria, atua com base na análise dos índices criminais, importantes para readequar o policiamento nas áreas com maior incidência.
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