| (Foto: Sirli Freitas/ACF) |
“Um jogo de muita marcação. Eles colocaram quatro laterais em campo, o time deles se portou melhor. No segundo tempo, melhoramos, mas criamos pouco. O gol que tomamos temos que analisar bem. Tivemos também duas chances claras, com Apodi e Bruno”, avaliou o comandante da Chape.
Temos mais um jogo. Eles (os uruguaios) estão comemorando essa batalha, e vamos fazer de tudo para comemorar lá. O Bruno está disputando espaço e pode, sim, começar uma partida, mas temos que avaliar bem”, avisou, evitando cravar a escalação.
Kleina também lamentou as expulsões. O Nacional foi o primeiro a ficar com um jogador a menos logo após ter marcado o gol. Mas, em dois minutos, Perotti e Eduardo, que haviam entrado na etapa final, foram advertidos com expulsões diretas por causa de uma solada e um braço no rosto do adversário, respectivamente.
“A do Perotti poderia ser (cartão) amarelo. Aconteceram outras vezes no jogo. O Eduardo realmente abriu o braço. Acho que ele (o árbitro) foi rígido na do Perotti. Na do Eduardo é interpretação”, comentou o técnico, antes de completar. “Falamos muito da catimba, eles (jogadores) estavam cientes. Minha frustração é de não poder aproveitar mais a vantagem numérica”.
Na próxima quarta-feira a Chape precisa vencer por pelo menos 1×0 para levar a disputa para os pênaltis. Vitória por 2×1, ou 3×2 por exemplo, classifica a equipe brasileira. Empate garante os uruguaios na terceira fase da Pré-Libertadores.
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