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| Foto: Divulgação |
Joziane ressaltou a importância de uma boa largada na Avenida Paulista para chegar à meta traçada.
“Minha expectativa é a melhor possível. Quero fazer o meu melhor. A cada ano eu tenho isso em mente, e esse ano não vai ser diferente. Minha tática sempre é largar junto do pelotão da frente, sempre mantendo contato, para não deixar elas abrirem muito. Fui décima ano passando, já tenho uma quarta colocação, e estou em busca do pódio. Me dediquei bastante”, revelou.
A atleta ainda falou sobre o jejum das brasileiras na São Silvestre. Desde 2006, com Lucélia Peres, o Brasil não vence a disputa feminina da São Silvestre.
“(Africanos) eles são bons. São privilegiados nesse sentido por terem nascido em um lugar fantástico, treinando a dois, três mil metros de altura. Esse convívio com a altitude, para eles, é normal. Para nós, brasileiros, temos que sair daqui e treinar em outro lugar. Sem contar a genética: nós temos o futebol e eles nasceram para correr. Mas não é impossível, podemos brigar sim com eles”, afirmou.
“Foi uma preparação boa, treinei bastante. Devido a uma lesão que tive, competi pouco esse ano. O problema de muitos atletas brasileiros é esse: nós temos muitas competições durante o ano e, quando chegamos na São Silvestre, estamos um pouco cansados”, completou.

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