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| Foto: Tatiana Santiago/G1 |
Dos R$ 824 milhões previstos para investimentos em drenagens, só R$ 279 milhões foram gastos, 35% do previsto.
A Prefeitura informou que gastou abaixo do esperado no combate às enchentes porque as obras previstas contavam com o financiamento de verbas federais, o que segundo o munícipio não ocorreu.
A licitação que previa a contratação de empresas para realizar serviços como a conservação de bocas de lobo e remoção de entulho foi suspensa essa semana pelo Tribunal de Contas do Município. A Prefeitura diz que apresentou esclarecimentos para o tribunal e que a contratação das novas empresas era para ampliar o serviço.
O secretário das Prefeituras Regionais, Alexandre de Andrade, afirmou que as equipes estão nas ruas refazendo a limpeza das bocas de lobo.
"A cidade teve pontos localizados de alagamentos e o restante da cidade comportou bem. Nós vamos intensificar nesses locais que nós tivemos problemas. O fato da cidade não ter sofrido mais áreas de alagamentos é porque o trabalho funcionou. Vamos melhorar onde precisa reforçando ele e continuar no restante", diz.
Para urbanista, São Paulo só vai aguentar período de chuvas com mapeamento.
"Tem muito menos investimento do que o necessário em planejamento que é a grande questão da drenagem. Tem pouco investimento em intervenção,obras limpeza, etc e tem pouco quase nada investimento em planejamento que é como a gente pode lidar com isso nos próximos anos", diz.
O plano Chuvas de Verão começou neste sábado (1º) e vai até março de 2019.
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