sábado, 5 de janeiro de 2019

Jornalista conservadora que fazia campanha contra vacinas morre de gripe suína

Foto: Divulgação
A jornalista americana Bray Payton morreu ao 26 anos. Famosa por seus comentários políticos conservadores e defesa da extinção de vacinas, ela morreu em decorrência de gripe suína (H1N1), agravada por um quadro de meningite. Há vacinas para as duas doenças.

Bray trabalhava como redatora no site conservador The Federalist.

A comentarista morreu no dia 28 de dezembro, em San Diego, na Califórnia. Nesse dia, um post no Twitter mostrava a gravidade do estado de saúde de Bray. A autora é Morgan Murtaugh, amiga da comentarista.

“Faz 24 horas que encontrei a minha amiga inconsciente e liguei para o 911 [número com o qual os americanos chamam o Samu deles]. Desde então ela está em coma e precisa de um milagre agora. Se você for religioso, por favor, reze. Estamos precisando”, escreveu Morgan.

Constatado o óbito, os médicos realizaram vários exames, entre eles uma tomografia, para detectar a causa da morte. Diagnosticaram a gripe suína agravada pelo quadro de meningite.

Em 2011, ela condena o fato de o governo incentivar que mais pessoas procurem a imunização.

“NÃÃÃOO! Vacinas são coisas do demônio”, escreveu.

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