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| Foto: PEDRO CHAVES/AGIF/ESTADÃO CONTEÚDO |
O time, que ainda não tinha perdido neste torneio, amargou o segundo revés consecutivo na semana. A queda causou protestos: torcedores atiraram pipocas em atletas no Ceará.
Perguntado se a derrota em Fortaleza acende o “sinal de alerta” no Palmeiras, Felipão foi direto:
– Claro!
– Que eu me lembre, nós não tivemos, nessa sequência de um ano (desde a chegada de Scolari ao Palmeiras), duas derrotas seguidas. Temos que analisar muita coisa, têm detalhes que saíram dentro do que imaginávamos, outro não. Estamos nervosos na hora de fazer o gol, dando contra-ataques para adversário.
Felipão citou, mais de uma vez, o nervosismo de seus atletas como causa para a queda de rendimento.
– Vou ter que trabalhar bem o aspecto psicológico, vi um jogo em que estivemos mais nervosos que o comum, alguns jogadores até mais experientes, vendo que não iam ganhar o jogo, se irritando com adversário passando o pé na bola, querendo brigar com jogadores adversários – disse o treinador.
– Se não tiver a cabeça no lugar joga fora tudo que teve até agora.
O Palmeiras viaja para Mendoza, na Argentina na noite deste sábado. Na terça-feira, o alviverde enfrenta o Godoy Cruz, às 21h30 (de Brasília), pelo jogo de ida das oitavas de final da Libertadores.

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