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| Foto: Divulgação |
“Quando Anne Lottermann, aos 17 anos, saiu da pequena cidade de Santa Rosa, no interior do Rio Grande do Sul, ouviu do pai o conselho que a orienta até hoje. Não tenha medo do desconhecido. Torne-o conhecido. Se não aguentar, volte’”, disse Kamel.
“Fez reportagens e chegou a apresentar jornais nos plantões de fim de semana”, destacou, sobre a estadia da jornalista no canal fechado de notícias. “Participou de grandes coberturas, como do ataque à Escola de Realengo. Ela foi a primeira repórter a chegar à escola municipal Tasso da Silveira e testemunhar a tragédia que resultou na morte de 12 estudantes”, salientou.
“Quando as Olimpíadas do Rio se aproximavam, em 2016, Anne Lottermann estreou na Editoria Rio. Fez reportagens para o Bom Dia RJ e pra o RJ1. […] Depois estreou no RJ2 fazendo a previsão diária da meteorologia e, de largada, preparou uma apresentação diferenciada da previsão do tempo para cada modalidade dos Jogos Olímpicos”, concluiu Ali Kamel.

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