
Sete dos 14 candidatos a prefeito de São Paulo já começaram a impulsionar postagens pagas no Facebook e no Instagram para divulgar seus nomes. A maioria gastou algumas centenas de reais com a medida, ao contrário do petista Jilmar Tatto, que já gastou mais de R$ 41 mil. As campanhas nas ruas começam neste domingo.
A página de Tatto no Facebook tem 26 mil curtidas. A pouca exposição é o argumento que a campanha do petista expressa para justificar os gastos.
“O Jilmar começou nas redes agora, praticamente do zero, e precisava de mais seguidores. Por isso fizemos o impulsionamento. Nossos adversários já fazem isso há muito tempo”, disse o deputado estadual José Américo Dias (PT-SP), coordenador de comunicação da campanha de Tatto.
O impulsionamento de propaganda dos candidatos não é ilegal desde que, na publicidade, não haja pedido explícito de voto nem o número de candidatura.
O teto de gastos para as campanhas em São Paulo será de R$ 51.799.383,68 para o primeiro turno, o que deixa Tatto bem distante do abuso econômico.
Outros pré-candidatos também anteciparam os gastos nas redes sociais: Orlando Silva (R$ 5.460), Andrea Matarazzo (R$ 942), Marina Helou (R$ 1.123), Guilherme Boulos (R$ 374), Levy Fidelix ( menos de R$ 100) e Filipe Sabará (menos de R$ 100).
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