| Foto: Reprodução - TV Band |
O delegado Marcos Vinicius Reis, responsável pela apuração do ataque a uma escola de São Paulo, afirmou nesta terça-feira (28) durante entrevista coletiva que foi pedida a quebra do sigilo do celular do agressor. Também houve, sendo o g1, a apreensão de um HD externo, de cadernos e de um videogame, que serão analisados.
Segundo o delegado, a execução do ataque não contou com outras pessoas. A polícia vai investigar, porém, se outros alunos colaboraram de alguma forma.
Está sendo preparada uma reconstituição da cena do crime com a ajuda das professoras que testemunharam o ataque.
Sobre a possível motivação para o crime, o agressor diz que sofreu bullying em três das escolas em que estudou.
A respeito do ataque, Reis afirmou que o agressor não demonstrou arrependimento.
“Para nós, que trabalhamos há décadas com isso, foi uma cena muito impactante.”
“Infelizmente, a gente sabe o que acontece. A cada momento chegam informações sobre postagens e troca de mensagens. Está chegando do interior do estado pessoas que faziam apologia ao crime, inclusive pode haver uma corrupção de menor”, disse o delegado.
A polícia teve acesso a novas imagens que mostram o começo do ataque. Nesta terça, cinco pessoas foram ouvidas sobre o caso; na segunda (27), foram 27 depoimentos.
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