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domingo, 30 de outubro de 2022

Lula vence Bolsonaro e é eleito presidente do Brasil

Foto: Ricardo Stuckert

Após a disputa mais acirrada desde a redemocratização, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito presidente da República neste domingo (30), ao derrotar no segundo turno Jair Bolsonaro (PL), atual ocupante do Palácio do Planalto.

O resultado foi confirmado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 19h57, quando 98,81% das urnas já tinham sido apuradas. Àquela altura, o petista tinha 50,83% dos votos válidos e não poderia mais ser alcançado pelo atual presidente. Essa é a menor diferença percentual a favor do ganhador desde que as eleições livres foram retomadas, em 1989.

Bolsonaro é o primeiro presidente a fracassar na busca pela reeleição.

Lula apostou na construção de uma frente ampla que reuniu inclusive ex-adversários políticos: o vice de sua chapa é Geraldo Alckmin (PSB) – os dois foram rivais no pleito de 2006.

Na reta final, o petista teve a seu lado candidatos que haviam sido derrotados no primeiro turno das eleições 2022, como Simone Tebet (MDB), e se reaproximou de Marina Silva (Rede).

Lula, de 77 anos, é o primeiro ex-presidente a voltar ao cargo. Ele governou por dois mandatos, entre 2003 e 2010 – o terceiro começa em 1º de janeiro de 2023. Ao deixar o Planalto, tinha aprovação recorde e foi sucedido por Dilma Rousseff (PT), que esteve à frente do Executivo entre 2011 e 2016, quando sofreou impeachment.

quinta-feira, 29 de setembro de 2022

Eleições 2022 - Datafolha, votos válidos: Lula, 50%; Bolsonaro, 36%


Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (29), contratada pela Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo", mostra a corrida presidencial em votos válidos. Veja o resultado abaixo:

Lula (PT): 50% (50% no levantamento anterior, de 22 de setembro)
Jair Bolsonaro (PL): 36% (35% anterior)
Ciro Gomes (PDT): 6% (7% na anterior)
Simone Tebet (MDB): 5% (5% na anterior)
Soraya Thronicke (União Brasil): 1% (2% na anterior)

Com esse quadro, segundo o Datafolha, não é possível afirmar se a eleição será decidida no primeiro turno.

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Pesquisa estimulada 

Lula (PT): 48% (47% no Datafolha anterior, de 15 de setembro)
Jair Bolsonaro (PL): 34% (33% na anterior)
Ciro Gomes (PDT): 6% (7% na anterior)
Simone Tebet (MDB): 5 (5% na anterior)
Soraya Thronicke (União Brasil): 1% (1% na anterior)
Felipe d'Avila (Novo): 0% (0% na anterior)
Sofia Manzano (PCB): 0% (0% na anterior)
Vera (PSTU): 0% (0% na anterior)
Léo Péricles (UP): 0% (0% na anterior)
Constituinte Eymael (DC): 0% (0% na anterior)
Padre Kelmon (PTB): 0% (0% na anterior)
Em branco/nulo/nenhum: 3% (4% na anterior)
Não sabe: 2% (2% na anterior)

A pesquisa ouviu 6.800 pessoas, entre os dias 27 e 29 de setembro, em 332 municípios de todas as regiões do país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE com o número BR-09479/2022.

2º turno

O Datafolha simulou o cenário de um eventual segundo turno entre Lula e Bolsonaro. Não foram pesquisados outros cenários. Lula segue à frente.

Lula (PT): 54% (eram 54% na pesquisa anterior do instituto, de 22 de setembro)

Bolsonaro (PL): 39% ( 38% na anterior)

Rejeição

O Datafolha pesquisou a rejeição dos candidatos à Presidência:

Jair Bolsonaro (PL): 52% (52% na pesquisa anterior)

Lula (PT): 39% (39% na anterior)

Ciro Gomes (PDT): 24% (24% na anterior)

Simone Tebet (MDB): 15% (15% na anterior)


segunda-feira, 19 de setembro de 2022

Ipec: Lula sobe para 47%, e Bolsonaro se mantém com 31%

Lula, Jair Bolsonaro, Ciro Gomes e Simone Tebet — Miguel Schincariol/AFP
 


Pesquisa Ipec divulgada nesta segunda-feira (19), encomendada pela Globo, mostra o ex-presidente Lula (PT) com 47% das intenções de voto e o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 31% na eleição para a Presidência da República em 2022.

Em relação ao levantamento anterior do Ipec, de 12 de setembro, Lula passou de 46% para 47%; Bolsonaro se manteve com o mesmo percentual. A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

Ciro Gomes (PDT) segue com 7% das intenções, mesmo índice da pesquisa anterior. Simone Tebet (MDB) tinha 4% do Ipec na pesquisa anterior e agora tem 5%. Soraya Thronicke (União Brasil) se manteve com 1%.

Felipe d'Avila (Novo), Vera (PSTU), Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Padre Kelmon (PTB), Sofia Manzano (PCB) foram citados, mas não chegam a 1% cada um.

2º turno

O Ipec também pesquisou a intenção de votos no segundo turno. 

Lula (PT): 54% (53% na pesquisa anterior, de 12 de setembro)
Bolsonaro (PL): 35% (36% na pesquisa anterior)

Votos válidos

Votos válidos excluem os votos em branco e os nulos:

Lula (PT): 52% (51% na pesquisa anterior)
Bolsonaro (PL): 34% (35% na pesquisa anterior)
Ciro (PDT): 7% (8% na pesquisa anterior)
Tebet (MDB): 5% (4% na pesquisa anterior)
Thronicke (União Brasil): 1% (1% na pesquisa anterior)

A pesquisa ouviu 3.008 pessoas entre os dias 17 e 18 de setembro em 181 municípios. A margem de erro, informa o g1, é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00073/2022.

quinta-feira, 15 de setembro de 2022

Datafolha: Lula 45%, Bolsonaro 33%, Ciro 8% e Tebet 5%

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (15), encomendada pela Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo", mostra que o ex-presidente Lula (PT) tem 45% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), com 33%. Ciro Gomes (PDT) tem 8% e Simone Tebet (MDB) tem 5%.

Lula (PT): 45% (45% no Datafolha anterior, de 9 de setembro)
Jair Bolsonaro (PL): 33% (34% na pesquisa anterior)
Ciro Gomes (PDT): 8% (7% na pesquisa anterior)
Simone Tebet (MDB): 5% (5% na pesquisa anterior)
Soraya Thronicke (União Brasil): 2% (1% na pesquisa anterior)
Felipe d'Avila (NOVO): 0% (0% na pesquisa anterior)
Sofia Manzano (PCB): 0% (0% na pesquisa anterior)
Vera (PSTU): 0% (0% na pesquisa anterior)
Léo Péricles (UP): 0% (0% na pesquisa anterior)
Constituinte Eymael (DC): 0% (0% na pesquisa anterior)
Kelmon Souza (PTB): 0% (0% na pesquisa anterior)
Em branco/nulo/nenhum: 4% (4% na pesquisa anterior)
Não sabe: 2% (3% na pesquisa anterior)

Felipe d'Avila (Novo), Vera (PSTU), Sofia Manzano (PCB), Constituinte Eymael (DC), Léo Péricles (UP) e Kelmon Souza (PTB) foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto.

2º turno

Lula (PT): 54% (53% na pesquisa de 9 de setembro)
Bolsonaro (PL): 38% (39% na pesquisa anterior)

A pesquisa ouviu 5.926 pessoas em 300 municípios entre os dias 13 e 15 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-04099/2022.

Governo de SP - Datafolha: Haddad segue na liderança e Tarcísio e Garcia empatam tecnicamente em 2º

(foto: Montagem/EM)

Pesquisa do Instituto Datafolha encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo" e divulgada nesta quinta-feira (15) mostra Fernando Haddad (PT), mantendo a liderança na disputa pelo governo de São Paulo no primeiro turno com 36% das intenções de voto. Tarcísio de Freitas (Republicanos) passou de 21% para 22%, e o governador Rodrigo Garcia (PSDB), que disputa a reeleição, foi de 15% para 19% e está tecnicamente empatado com Tarcísio.

Veja o resultado da pesquisa estimulada para o 1º turno

Resposta estimulada e única, em %:

Fernando Haddad (PT): 36% (na pesquisa anterior, de 1°/9, estava com 35%)
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 22% (21% na pesquisa anterior)
Rodrigo Garcia (PSDB): 19% (15% na pesquisa anterior)
Gabriel Colombo (PCB): 1% (1% na pesquisa anterior)
Antonio Jorge (Democracia Cristã): 1% (1% na pesquisa anterior)
Carol Vigliar (Unidade Popular): 1% (2% na pesquisa anterior)
Elvis Cezar (PDT): 1% (1% na pesquisa anterior)
Altino Júnior (PSTU): 1% (1% na pesquisa anterior)
Vinicius Poit (Novo): 1% (1% na pesquisa anterior)
Edson Dorta (PCO): 0% (1% na pesquisa anterior)
Brancos e nulos: 11% (12% na pesquisa anterior)
Não sabe: 7% (10% na pesquisa anterior)

Simulações de 2º turno

Cenário 1 - Haddad x Rodrigo; resposta estimulada e única, em %:

Fernando Haddad (PT): 47% (na pesquisa anterior, de 1°/9, estava com 48%)
Rodrigo Garcia (PSDB): 41% (38% na pesquisa anterior)
Brancos e nulos: 11% (11% na pesquisa anterior)
Não sabe: 2% (3% na pesquisa anterior)

Cenário 2 - Haddad x Tarcísio; resposta estimulada e única, em %:

Fernando Haddad (PT): 54% (na pesquisa anterior, de 1°/9, estava com 51%)
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 36% (36% na pesquisa anterior)
Brancos e nulos: 8% (9% na pesquisa anterior)
Não sabe: 2% (3% na pesquisa anterior)

segunda-feira, 5 de setembro de 2022

Ipec: Lula 44%; Bolsonaro oscila para baixo e está com 31%

Foto: Reprodução

Pesquisa Ipec divulgada nesta segunda-feira (5), encomendada pela Globo, mostra o ex-presidente Lula (PT) com 44% das intenções de voto e o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 31% na eleição para a Presidência da República em 2022.

Em relação ao levantamento anterior do Ipec, de 29 de agosto, Lula se manteve com o mesmo percentual; Bolsonaro oscilou um ponto para baixo.

Ciro Gomes (PDT) vem em seguida, com 8% das intenções. Simone Tebet (MDB) tem 4%. Ambos oscilaram um ponto para cima em relação à pesquisa anterior do Ipec e se mantiveram empatados no limite da margem de erro, de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

Felipe d'Avila segue com 1%. Soraya Thronicke (União Brasil) também aparece com 1%.

Os nomes de Constituinte Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Pablo Marçal (PROS), Roberto Jefferson (PTB), Sofia Manzano (PCB) e Vera (PSTU) foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto cada um.

Roberto Jefferson não é mais o candidato do PTB à Presidência. No sábado (3), o partido indicou Padre Kelman para substitui-lo. O TSE cassou o registro da candidatura de Jefferson. A pesquisa Ipec foi registrada no TSE na semana passada, quando ele ainda era oficialmente candidato do PTB.

Branco/nulo: 6% (7% na pesquisa anterior)
Não sabe/não respondeu: 5% (6% na pesquisa anterior)

A pesquisa ouviu 2.512 pessoas entre os dias 2 e 4 de setembro em 158 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00922/2022.

2º turno

Lula (PT): 52% (50% na pesquisa anterior, de 29 de agosto)
Bolsonaro (PL): 36% (37% na pesquisa anterior)

quinta-feira, 1 de setembro de 2022

Datafolha: Lula 45% e Bolsonaro se mantém com 32%


Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º), encomendada pela Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo", mostra o ex-presidente Lula (PT) com 45% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo presidente, Jair Bolsonaro (PL), com 32%. Ciro Gomes (PDT) tem 9% e Simone Tebet (MDB) tem 5%.

Em relação à pesquisa anterior do Datafolha, de 18 de agosto, Lula oscilou dois pontos para baixo, Bolsonaro se manteve estável, Ciro oscilou dois pontos para cima e Tebet cresceu três pontos percentuais.

A pesquisa ouviu 5.734 pessoas em 285 municípios entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-00433/2022.

Lula (PT): 45% (47% no Datafolha anterior)
Jair Bolsonaro (PL): 32% (32% na pesquisa anterior)
Ciro Gomes (PDT): 9% (7% na pesquisa anterior)
Simone Tebet (MDB): 5% (2% na pesquisa anterior)
Soraya Thronicke (União Brasil): 1% (0% na pesquisa anterior)
Pablo Marçal (PROS): 1% (0% na pesquisa anterior)
Felipe d'Avila (NOVO): 1% (1% na pesquisa anterior)
Vera (PSTU): 0% (0% na pesquisa anterior)
Sofia Manzano (PCB): 0% (0% na pesquisa anterior)
Constituinte Eymael (DC): 0% (0% na pesquisa anterior)
Léo Péricles (UP): 0% (0% na pesquisa anterior)
Roberto Jefferson (PTB): 0% (0% na pesquisa anterior)
Em branco/nulo/nenhum: 4% (6% na pesquisa anterior)
Não sabe: 2% (2% na pesquisa anterior)

Em um eventual segundo turno entre Lula e Bolsonaro, o petista tem 53% das intenções de voto (eram 54% em 18 de agosto) e o atual presidente, 38% (eram 37% no Datafolha de agosto).

Datafolha: Haddad segue na liderança na disputa pelo governo de SP; Tarcísio é o 2º e Garcia o terceiro


Pesquisa do Instituto Datafolha encomendada pela Globo e o jornal "Folha de S.Paulo" divulgada nesta quinta-feira (1º) revela os índices de intenção de voto para o cargo de governador de São Paulo. O candidato do PT, Fernando Haddad, mantém a liderança na disputa pelo primeiro turno com 35% das intenções de voto. Na última pesquisa ele tinha 38%.

Tarcísio de Freitas (Republicanos) é o segundo colocado com 21%, na última pesquisa ele registrou 16% e o governador Rodrigo Garcia (PSDB), que disputa a reeleição, 15%, subindo quatro pontos em relação à última pesquisa.

Veja o resultado da pesquisa para o 1º turno:

Fernando Haddad (PT): 35% 
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 21% 
Rodrigo Garcia(PSDB): 15% 
Carol Vigliar (Unidade Popular): 2% 
Gabriel Colombo (PCB): 1% 
*Antonio Jorge (Democracia Cristã): 1%
Elvis Cezar (PDT): 1%
Vinicius Poit (Novo): 1% 
Edson Dorta (PCO): 1% 
Altino Júnior (PSTU): 1% 
Brancos e nulos: 12% 
Não sabe: 10% 

Veja o resultado da pesquisa estimulada para o 2º turno
Cenário 1 - Haddad x Rodrigo

Fernando Haddad (PT): 48% 
Rodrigo Garcia(PSDB): 38%
Brancos e nulos: 11%
Não sabe: 3%

Cenário 2 - Haddad x Tarcísio; resposta estimulada e única, em %:

Fernando Haddad (PT): 51% 
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 36% 
Brancos e nulos: 9% 
Não sabe: 3%

Foram ouvidas 1.808 pessoas entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro em 74 municípios paulistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-04954/2022.


quinta-feira, 18 de agosto de 2022

Datafolha: Haddad lidera para governo de SP; Tarcísio e Garcia empatam em segundo lugar

Foto: Divulgação

Pesquisa do Instituto Datafolha encomendada pelo jornal "Folha de S.Paulo" e pela TV Globo e divulgada nesta quinta-feira (18) revela o candidato do PT, Fernando Haddad, liderando a disputa pelo primeiro turno com 38% das intenções de voto, seguido por Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 16%, e o governador Rodrigo Garcia (PSDB), que disputa a reeleição e tem 11%.

Fernando Haddad (PT): 38%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 16%
Rodrigo Garcia(PSDB): 11%
Carol Vigliar (Unidade Popular): 2%
Gabriel Colombo (PCB): 2%
Altino Júnior (PSTU): 1%
Edson Dorta (PCO): 1%
Elvis Cezar (PDT): 1%
Vinicius Poit (Novo): 1%
Brancos e nulos: 17%
Não sabe: 11%

Foram ouvidas 1.812 pessoas entre os dias 16 e 18 de agosto em 72 municípios paulistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-02170/2022.

Neste fim de semana, o partido Democracia Cristã (DC) fez um requerimento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em que pediu o registro de Antonio Jorge como candidato ao governo paulista. Como a pesquisa Datafolha já estava registrada, ele não aparece nos resultados.

Pesquisa espontânea

Fernando Haddad (PT): 13%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 8%
Rodrigo Garcia(PSDB): 3%
Candidato do PT: 1%
Atual governador: 1%
Outras respostas: 6%
Brancos e nulos: 12%
Não sabe: 57%

2º turno

Cenário 1 - Haddad x Rodrigo Garcia

Fernando Haddad (PT): 51%
Rodrigo Garcia(PSDB): 32%
Brancos e nulos: 14%
Não sabe: 4%

Cenário 2 - Haddad x Tarcísio

Fernando Haddad (PT): 53%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 31%
Brancos e nulos: 12%
Não sabe: 4%

Datafolha: Lula tem 47%; Bolsonaro, 32%; Ciro, 7%


Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (18), encomendada pela Globo e pelo jornal Folha de S. Paulo, mostra o ex-presidente Lula com 47% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo atual presidente Jair Bolsonaro, com 32%.

Lula avançou 3 pontos em relação à última pesquisa, feita na última semana de julho, que ainda tinha os nomes de André Janones (Avante) e Luciano Bivar (União Brasil).

Intenção de voto estimulada

Lula (PT): 47%
Jair Bolsonaro (PL): 32%
Ciro Gomes (PDT): 7%
Simone Tebet (MDB): 2%
Vera (PSTU): 1%
Pablo Marçal (PROS): 0%
Roberto Jefferson (PTB): 0%
Felipe d'Avila (NOVO): 0%
Sofia Manzano (PCB): 0%
Léo Péricles (UP): 0%
Soraya Thronicke (União Brasil): 0%
Eymael (DEMOCRACIA CRISTÃ): 0%
Em branco/nulo/nenhum: 6%
Não sabe: 2%

O questionário foi registrado no TSE no dia 12, antes da retirada da candidatura de Pablo Marçal e do registro da candidatura de Eymael como Constituinte Eymael. A pesquisa ouviu 5.744 pessoas em 281 municípios e tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.


Votos válidos

Contando apenas os votos válidos, sem nulos, brancos e indecisos, Lula tem 51%, o que deixa a possibilidade de vitória no primeiro turno. Bolsonaro tem 35% dos votos válidos e Ciro, 8%.

Lula (PT): 51%
Jair Bolsonaro (PL): 35%
Ciro Gomes (PDT): 8%
Simone Tebet (MDB): 2%
Vera (PSTU): 1%
Pablo Marçal (PROS): 1%
Roberto Jefferson (PTB): 0%
Felipe d'Avila (NOVO): 0%
Sofia Manzano (PCB): 0%
Léo Péricles (UP): 0%
Soraya Thronicke (União Brasil): 0%
Eymael (DEMOCRACIA CRISTÃ): 0%

Intenção de voto espontânea

Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados nomes de candidatos, Lula aparece com 40% das intenções de voto e Bolsonaro com 28%. Ciro foi citado por 2% e Simone Tebet por 1%. Outras respostas: 2%. Em branco/nulo/nenhum: 6%. Não sabe: 22%

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

Lula tem 44% e Bolsonaro 32% no 1° turno, diz pesquisa IPEC

Fotos: Ricardo Stuckert e Alan Santos

Pesquisa Ipec divulgada nesta segunda-feira (15), encomendada pela TV Globo, mostra o ex-presidente Lula (PT) com 44% das intenções de voto e o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 32% na eleição para a Presidência da República em 2022.

Na sequência aparece Ciro Gomes (PDT) com 6%, Simone Tebet (MDB), com 2%, e Vera (PSTU), com 1%, também pontuaram e estão empatadas na margem de erro. 

Eymael (DC), Felipe d’Avila (NOVO), Léo Péricles (UP), Pablo Marçal (PROS), Sofia Manzano (PCB) e Soraya Thronicke (UNIÃO) foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto, cada um. Branco/nulo: 8% - Não sabe/não respondeu: 7%

O nome do candidato Roberto Jefferson (PTB) não consta nesta pesquisa. Segundo o Ipec, o motivo é que, quando a pesquisa foi registrada no TSE, ainda não havia informações sobre a candidatura, que foi oficializada posteriormente.

A pesquisa ouviu 2.000 pessoas entre os dias 12 e 14 de agosto em 130 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03980/2022.

Votos válidos

O Ipec também divulgou os votos válidos no primeiro turno, que são os votos excluídos os brancos e nulos. De acordo com o instituto, não é possível dizer se Lula ganharia no primeiro turno porque a margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Para vencer no primeiro turno, é preciso somar mais de 50% dos votos válidos.

Lula (PT): 52%
Jair Bolsonaro (PL): 37%
Ciro Gomes (PDT): 7%
Simone Tebet (MDB): 2%
Vera (PSTU): 1%
Constituinte Eymael (DC): 0%
Felipe d’Avila (NOVO): 0%
Léo Péricles (UP): 0%
Pablo Marçal (PROS): 0%
Sofia Manzano (PCB): 0%
Soraya Thronicke (UNIÃO): 0%

Pesquisa espontânea

Na resposta espontânea, em que não são mostrados os nomes dos candidatos, Lula tem 41% e Bolsonaro, 30%.

Lula (PT): 41%
Jair Bolsonaro (PL): 30%
Ciro Gomes (PDT): 3%
Constituinte Eymael (DC): 0%
Felipe d’Avila (NOVO): 0%
Léo Péricles (UP): 0%
Pablo Marçal (PROS): 0%
Simone Tebet (MDB): 0%
Sofia Manzano (PCB): 0%
Soraya Thronicke (UNIÃO): 0%
Vera (PSTU): 0%
Branco/nulo: 9%
Não sabe/não respondeu: 16%

O Ipec perguntou ainda a intenção de voto em um eventual segundo turno entre Lula e Bolsonaro. O ex-presidente lidera a disputa com 51%, enquanto Bolsonaro tem 35%.

Lula (PT): 51%
Jair Bolsonaro (PL): 35%
Branco/nulo: 9%
Não sabe/não respondeu: 5%

quinta-feira, 12 de maio de 2022

Geraldo Alckmin está liberado da quarentena, após ser infectado pela Covid-19

Foto: Getty Images/Fabio Vieira

O pré-candidato a vice-presidente da República Geraldo Alckmin (PSB) completou nesta quarta-feira (11) dez dias desde que teve o primeiro sintoma da Covid-19 e está liberado da quarentena. Com isso, o ex-governador de São Paulo já pode retomar os compromissos políticos, afirma o infectologista David Uip.

“Conversamos agora há pouco por telefone. Do ponto de vista clínico, ele está liberado”, disse Uip à GloboNews nesta quarta-feira (11). 

A assessoria de imprensa de Alckmin, informou à GloboNews que a retomada da agenda dele dependeria do aval de Uip.

No último sábado (6), em razão da infecção pela Covid-19, o ex-governador participou do lançamento da chapa encabeçada pelo ex-presidente Lula (PT) por videoconferência.

sexta-feira, 8 de abril de 2022

PSB indica ex-governador de SP, Geraldo Alckmin para ser vice na chapa com Lula nas eleições presidenciais de 2022

Foto: Ricardo Stuckert



O PSB oficializou, na manhã desta sexta-feira (8), a indicação do nome de Geraldo Alckmin como vice-presidente na chapa de Lula (PT) nas eleições presidenciais de 2022 em evento realizado em um hotel na capital paulista.

"Não temos qualquer dúvida de que é o companheiro Lula quem reúne as melhores condições para articular forças políticas amplas, capazes de dar à resistência democrática a envergadura que permitirá enfrentar e vencer o bolsonarismo", diz trecho da carta entregue pelo PSB ao PT.

"Aqui foi bem explicitado o momento grave que nós estamos vivendo, na realidade não é hora de terrorismo, é hora de generosidade, grandeza politica, desprendimento e união. Política não é uma área de solitária, a força da política é centrípeta, nós vamos somar esforços aí pra reconstrução do nosso país", disse o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

Logo depois, Lula confirmou que o PSB participará do processo para formular o plano de governo.

“Importante saber que essa chapa, se ela for formalizada, não é só para disputar as eleições. Talvez ganhar as eleições seja mais fácil do que a tarefa de que teremos pela frente de recuperar esse país", afirmou o pré-candidato petista.

O PT começa a discutir a aliança formal entre Lula e Alckmin na reunião virtual do Diretório Nacional, marcada para 14 de abril.

Além do ex-presidente Lula e de Geraldo Alckmin, participaram do evento o presidente do PSB, Carlos Siqueira, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, o ex-prefeito de SP, Fernando Haddad (PT), além do ex-governador de São Paulo Márcio França (PSB).

quinta-feira, 7 de abril de 2022

Eleições 2022: Geraldo Alckmin será anunciado como vice na chapa de Lula nesta sexta

Foto: Reprodução

O PSB deve oficializar nesta sexta-feira (8), Geraldo Alckmin como vice-presidente na chapa de Lula (PT) nas eleições de 2022. O anúncio deve ocorrer durante evento em um hotel na Zona Sul de São Paulo.

O evento terá presença do presidente do PSB, Carlos Siqueira, e da presidente do PT, Gleisi Hoffmann.

Em 2006, os dois se enfrentaram no segundo turno da eleição presidencial. Lula foi reeleito para o segundo mandato.

Alckmin se filiou em março ao PSB. No primeiro discurso após a filiação, o ex-governador de São Paulo defendeu o apoio do partido à candidatura de Lula e disse que o petista é, hoje, "aquele que melhor reflete o sentimento de esperança do povo brasileiro".

sexta-feira, 1 de abril de 2022

Rosângela Moro deixa o Podemos dois dias após filiação e vai para o União Brasil

Foto: Reprodução/Instagram

Rosângela Wolff Moro, esposa de Sergio Moro, se filiou ao União Brasil na quinta-feira (31). É a segunda filiação dela no intervalo de dois dias.

De acordo com o União Brasil, a ideia é que ela concorra a deputada estadual. No início da semana, ela havia se filiado ao Podemos, então partido do ex-juiz.

O ex-juiz federal, responsável pela Operação Lava Jato no Paraná, e ex-ministro da Justiça se filiou ao Podemos em novembro de 2021.

Na quinta, Moro anunciou a desfiliação do Podemos e se filiou ao partido União Brasil. Rosângela Moro transferiu seu domicílio eleitoral para a capital paulista.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Lula oferece a Alckmin o comando do Ministério da Agricultura

Foto: Ricardo Stuckert 

O ex-governador de São Paulo, Alckmin tem dito que, se a dobradinha com Lula vingar, e a chapa vencer a eleição, não quer ser um vice “decorativo”. Uma das propostas em discussão prevê dar ao ex-governador o comando de um ministério. As conversas giram em torno da pasta da Agricultura e Alckmin já começou até mesmo a atuar para diminuir resistências a Lula no agronegócio.

Alckmin age como se a aliança estivesse concretizada. Ele prefere se filiar ao PSB, mas, se as negociações não avançarem, tem convite do Solidariedade e no PV. O comando da campanha de Lula também quer atrair o ex-prefeito Gilberto Kassab para a chapa. O PSD, presidido por Kassab, pode ser uma alternativa para abrigar Alckmin, caso o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), desista da pré-candidatura ao Palácio do Planalto.

Na semana passada, o ex-governador teve uma conversa reservada com dirigentes da Força Sindical. Os participantes saíram com a impressão de que ele pretende ter um protagonismo maior do que ser um vice "decorativo".

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Alckmin acredita que João Doria não terá apoio de partidos na eleição do ano que vem

Foto: Daniel Teixeira

Em conversa após reunião com líderes sindicais nesta segunda-feira (29), Geraldo Alckmin, quase "ex- PSDB, falou sobre as eleições com Lula (PT), Jair Bolsonaro (sem partido), Sergio Moro (Podemos) e João Doria (PSDB).

Alckmin acredita que João Doria não terá apoio de partidos na eleição do ano que vem. Nesse desenho, Lula ficaria com os partidos de esquerda e centro-esquerda e Bolsonaro, com o centrão, disputando o apoio da direita e da centro-direita com Sérgio Moro.

Alckmin rompeu com Doria em 2018, depois que o então aliado começou a tentar surfar na onda bolsonarista enquanto o primeiro turno das eleições presidenciais ainda estava em disputa.

No encontro desta segunda (29), Alckmin, fez uma leitura do contexto político da Alemanha que soou aos presentes como referência positiva à possibilidade de ser vice em chapa com Lula em 2022.

O ex-governador disse que o Brasil precisa de acordos e coligações, e citou o acerto a partir do qual Olaf Scholz, do SPD, foi escolhido como sucessor da primeira-ministra Angela Merkel, CDU. Os partidos são rivais.

A combinação de análises dos contextos internacional e federal, ignorando SP, deixou líderes sindicais com a impressão de que ele tentava se mostrar gabaritado para ocupar um cargo nacional.

Os representantes de UGT, Força Sindical, UGT, CTB e Nova Central disseram ter visto empolgação em Alckmin, que recebeu o convite na sexta à tarde e na segunda já participou do encontro.

terça-feira, 15 de junho de 2021

Doria quer ser o candidato a presidente pelo PSDB em 2022

Sergio Andrade/Divulgação


O governador de São Paulo, João Doria, confirmou pela primeira vez que quer ser o candidato do PSDB a presidente da República em 2022.

"Vamos disputar as prévias, respeitando todos os candidatos. Mas vamos trabalhar pra vencer. E somar forças com todos para fortalecer a candidatura do PSDB. E ajudar o Brasil”, disse o tucano à Folha.

O anúncio formal foi feito logo após a definição das regras para a realização de prévias na sigla, na qual a posição de Doria por universalidade no peso do voto dos filiados foi derrotada.

O senador Tasso Jereissati (CE), o governador Eduardo Leite (RS) e o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio também vão concorrer as prévias, que serão no dia 21 de novembro.

quarta-feira, 7 de abril de 2021

Kassab não vê nenhum nome forte de centro entre os 6 presidenciáveis de manifesto para enfrentar Lula e Bolsonaro

Foto: Marcelo Camargo - Agência Brasil

O presidente Nacional do PDT e ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab não acredita que um candidato ao Palácio do Planalto para 2022 que esteja no centro do espectro político possa surgir em meio aos seis nomes presidenciáveis que assinaram um manifesto pró-democracia, contra o autoritarismo e em defesa da Constituição, lançado no último dia 31 de março - dia que marcou o aniversário do golpe militar de 1964. 

Em declaração ao programa Ponto a Ponto, da BandNews TV, Gilberto Kassab que também foi ministro nos governos Dilma Rousseff e Michel Temer não vê indícios que as pré-candidaturas de Luiz Henrique Mandetta (DEM), Luciano Huck, Ciro Gomes (PDT), João Amoêdo (Novo) e os governadores tucanos João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS) possam emergir com força no tabuleiro político após o manifesto para confrontar o agora elegível ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o atual presidente Jair Bolsonaro, que atualmente polarizam a disputa. 

“Existe um espaço para ser trabalhado no centro, mas eu não acredito em candidatura de proveta, Mônica. Acredito na naturalidade da candidatura dos partidos. Depois de um processo de seleção natural, vai surgir algum candidato que ainda não surgiu no centro. Não vejo viabilidade em candidatura que estão colocadas há quatro, cinco anos e não decolaram, não vingaram. Falo de uma maneira muito respeitosa. Portanto, esse manifesto, acredito que seja suprapartidário. Se da parte de alguém existe uma intenção de procurar definir um candidato, acredito que todos os seis querem que sejam eles os escolhidos. Não será assim que vamos escolher. Não acredito que esse manifesto vá desaguar na candidatura de um dos seis”, analisou o político.  

Kassab vê candidaturas mais consolidadas de Lula e Bolsonaro, mas aponta para as altas taxas de rejeição de ambos junto ao eleitorado, o que abre espaço para um nome de centro-direita ou centro esquerda.

Sem apontar nomes neste momento, ele acredita que esse candidato teria de ter projeção nacional, com experiência em cargos políticos de relevância.  

No caso dos governadores tucanos, Kassab diz que tanto Leite quando Doria “não conversam com todo o Brasil”. Por isso, não haveria uma naturalidade nesse tipo de candidatura.  Kassab ainda apontou para a forte rejeição ao nome de Doria, mesmo elogiando suas ações durante a pandemia, como na fabricação da CoronaVac, por exemplo.

Kassab fez uma ressalva quanto a Ciro Gomes, mas ele pontua que a chegada de Lula na disputa dificulta sua empreitada como opção contra a direita ou a esquerda. 

“Tem o meu respeito, tem programa, tem propostas. Mas, com a candidatura de Lula, ele não terá muitas facilidades, porque o Ciro não é um candidato de centro. Ele é de esquerda, com boa aproximação com o centro”, pontuou. 

Com o crescimento do PSD nas últimas eleições municipais, Kassab projeta uma candidatura própria do partido para a disputa da presidência da república e em alguns dos principais Estados, como São Paulo, onde atualmente ele apoia a base tucana e foi até cotado para compor uma chapa com Rodrigo Garcia, onde ele seria vice-governador. 

“Em São Paulo, a ideia é começar a definir em janeiro o quadro estadual, mas vamos nos esforçar bastante para ter uma candidatura própria. É o momento de o PSD ter uma candidatura própria, estamos bem posicionados. Nós vamos ter uma candidatura própria para a presidência da república e, para isso, nos principais colégios eleitorais, Paraná, São Paulo, Bahia, Minas Gerais. Vamos nos esforçar bastante para que o PSD tenha uma candidatura própria para trabalhar em conjunto com a candidatura para presidente da República”, revelou. 

quarta-feira, 24 de março de 2021

Joice Hasselmann diz que vai deixar o Brasil caso Lula e Bolsonaro disputem o segundo turno em 2022

Foto: Divulgação

A deputada federal Joice Hasselmann afirmou temer Lula e Bolsonaro. De acordo com ela, caso a polarização entre os dois políticos se estenda para as próximas eleições, o melhor caminho é sair do Brasil .

“Eu temo duas coisas: eu temo Lula e eu temo Bolsonaro. O melhor caminho, se houver essa polarização, é o passaporte e o aeroporto. Eu vou embora”, destacou.

Ela adiantou que está criando um Plano Brasil para recuperar o país nos próximos 20 anos.

Em entrevista ao Morning Show, da Jovem Pan, ela detalhou que este documento tem recortes de quatro em quatro anos.

“Quando tivermos um candidato, daremos o plano prontinho. Próximo do que fiz com Bolsonaro, feito por mentes brilhantes dia após dia.”

Joice Hasselmann disse que conversa com o PSDB, DEM, MDB e Cidadania em busca de montar uma “terceira via” para quem não quer nem Lula e nem Bolsonaro.

“Não sei se o PSL entra, porque ele é biruta de aeroporto. Uma hora está com Bolsonaro, outra não”, alfinetou.

“Não interessa quem seja: João Doria, Eduardo Leite, Rodrigo Pacheco, Mandetta. Tanto faz. O que interessa é que eles estejam juntos para somar força e tenham um plano para o Brasil.”

Joice Hasselmann afirmou que já conversou com João Dória, ACM Neto e Baleia Rossi.

“A gente precisa de uma pessoa honesta e qualificada, que tenha forças para aguentar o pós-guerra depois da Covid-19.”

A deputada federal ainda fez críticas ao presidente Bolsonaro e a sua família.

“Eu jurei lealdade a uma bandeira anticorrupção, a luta pela Lava Jato, que bandido é bandido e não interessa se é amigo ou inimigo. Jurei lealdade para o crime por corrupção fosse inafiançável. Jurei lealdade a um pacote anticorrupção, ao povo brasileiro. Não jurei lealdade a uma pessoa, jurei a uma bandeira. E ela continua, sigo exatamente onde estou. Bolsonaro não, ele é uma fraude. O filho dele acabou de comprar uma mansão de R$ 6 milhões, nem o Lula fez isso. Nem o tríplex do Lula custa isso”, disse se referindo ao imóvel de Flávio Bolsonaro.

“Ele foi policia, ganhava menos que senador. Foi deputado, ganhava menos que senador. Sustenta uma mulher, duas filhas em escola particular. Vamos supor que ele ganhava o teto, porque ele não ganha: R$ 30 mil. Como é que alguém para R$ 10 mil de escola, empregada, comida? A família Bolsonaro inteira é uma quadrilha de ladrões. Todos roubam. Alguns são ladrões de galinha, outros mais sofisticados. Se não fossem, eu ainda estaria trabalhando ao lado deles pelo Brasil”, finalizou.