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sábado, 4 de março de 2023

Brasil aplica mais de um milhão de doses da vacina bivalente contra a Covid, segundo governo federal

Foto: Divulgação - Governo Federal

O Brasil aplicou mais de um milhão de doses da vacina bivalente contra a Covid até esta sexta-feira (3), segundo dados do Vacinômetro do governo federal.

A vacinação com a bivalente começou no dia 27 de fevereiro. Quase a metade dos vacinados são do estado de São Paulo, com quase 500 mil pessoas imunizadas.

O Rio de Janeiro aplicou 130 mil e o Rio Grande do Sul, 82 mil doses até o momento. Os estados do Norte, são os que menos vacinaram até o momento, segundo o g1. Acre, Amazonas e Roraima aplicaram menos de mil doses cada um.

Estão sendo vacinados os grupos prioritários, com mais de 70 anos, pessoas acima de 12 anos com sistema imunológico vulnerável e a população indígena. Os estados são responsáveis pela organização dos seus calendários.

quarta-feira, 24 de março de 2021

Anvisa recebe pedido de uso emergencial para vacina da Janssen

Foto: Divulgação

A Anvisa recebeu nesta quarta-feira (24) o pedido de uso emergencial da vacina da Janssen, empresa farmacêutica da Johnson & Johnson.

A reguladora informou que já iniciou a triagem dos documentos enviados pela companhia, que deverá ocorrer nas próximas 24h.

“A meta da Agência é fazer a análise do uso emergencial em até sete dias úteis, descontando eventual tempo que o processo possa ficar pendente de informações, a serem apresentadas pelo laboratório”, informou a Anvisa em nota.

Antes mesmo da empresa entrar com o pedido junto à Anvisa, o Ministério da Saúde já havia anunciado a assinatura de contrato.

De acordo com o governo, os prazo para entrega das doses da Janssen são:

terceiro trimestre de 2021 – 16,9 milhões de doses
quarto trimestre de 2021 – 21,1 milhões de doses

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Diretor do Butantan questiona Pazuello por prever imunização de 100% em 2021

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan — Foto: Reprodução/EPTV

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, questionou nesta sexta-feira (12) a projeção do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, de imunizar toda a população "vacinável" do Brasil em 2021. Dimas criticou a indefinição do que seria esse público mencionado por Pazuello e a indisponibilidade de doses suficientes para vacinar toda população.

Até quinta-feira (11), em torno de 4,5 milhões de pessoas receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19, o que representa somente 2,16% dos brasileiros.

"Essa afirmação do ministro precisa ser respaldada em fatos que nesse momento ainda não existem", afirmou o diretor do Instituto Butantan.

A projeção de atingir toda a população "vacinável" ainda este ano foi colocada pelo ministro durante uma audiência no Senado na quinta-feira (11).

Sem dar detalhes, Pazuello afirmou que 50% desse público receberá imunizantes até junho e que os outros 50% serão vacinados até dezembro, mas não explicou o que considera “população vacinável”. No Brasil, pessoas com a imunidade baixa e menores de 18 anos não estão sendo vacinadas.

Os critérios adotados pelo governo federal e a falta de vacinas também são questionados por representantes de estados como Santa Catarina, Pará e Espírito Santo, que pedem o envio de mais remessas para fazer frente à demanda de vacinação. No Senado, Pazuello disse que o critério para entrega é a quantidade de pessoas que formam os grupos prioritários em cada estado.

Indefinição e falta de vacinas

O diretor do instituto esteve em Serrana (SP) nesta sexta-feira para o lançamento de um projeto inédito de vacinação em massa que vai apurar o impacto da CoronaVac contra a transmissão do novo coronavírus.

Questionado sobre a fala do ministro da Saúde, Dimas Covas disse que a definição sobre o que seria uma população elegível para a vacinação até o fim do ano não ficou clara.

"Ele disse que será vacinada a população elegível até o fim do ano. Só faltou dizer o que é a população elegível, essa é a grande pergunta."

Segundo o diretor do Instituto Butantan, para que o país obtenha a chamada "imunidade de rebanho", com uma vacinação de 80% da população, seriam necessárias 340 milhões doses de vacinas, volume ainda não disponível mesmo com a encomenda de 100 milhões de doses da Fundação Oswaldo Cruz, prevista para ser entregue em setembro.

"Nesse momento, esse quantitativo, embora até que numericamente possa já estar contratado pelo ministério, ainda não existe de fato, não existe de forma efetiva. A única vacina que está disponível em grande quantidade no Brasil é a vacina do Butantan", disse Covas.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Idosa só recebeu vacina contra Covid-19 após filha denunciar que líquido não foi aplicado na primeira vez




A filha de Floramy de Oliveira Jordão, de 88 anos, denuncia que a mãe não recebeu a vacina contra a Covid-19 na primeira aplicação, na manhã desta quarta-feira (10), em Goiânia, pois, segundo ela, a enfermeira enfiou a agulha no braço da idosa, mas não injetou a dose do imunizante. O momento foi filmado pela aposentada Luciana Jordão, de 57 anos, filha da idosa. A Secretaria Municipal de Saúde investiga o caso.

De acordo com a família, Floramy só foi devidamente imunizada, por volta das 10h30, após Luciana perceber que o líquido na seringa não havia sido aplicado e questionar a enfermeira, durante a vacinação no Setor Universitário.

“Ela [enfermeira] simplesmente enfiou a agulha na minha mãe, tirou e ficou com a seringa para cima. Aí eu falei: ‘Foi muito rápido’. Quando eu olhei para cima, o líquido estava todinho na seringa. Ela não injetou a vacina na minha mãe. Aí eu falei para ela: ‘O líquido está todinho aí, você não vacinou a minha mãe’”, conta.

Luciana relata que a enfermeira respondeu que havia vacinado, mas, ao ser confrontada sobre o líquido estar na seringa, pediu desculpas e disse que não tinha percebido.

“Ela olhou, pediu desculpa, disse que ela tinha se esquecido de injetar, foi e picou minha mãe, vacinou minha mãe novamente. Eu fiquei prestando atenção, e aí ela realmente vacinou”, afirma a filha da idosa.

Em nota, a Secretaria de Saúde de Goiânia informou, que “vai averiguar imediatamente o ocorrido e esclarece que há vacinas garantidas para todas as pessoas acima de 85 anos e que abomina todo e qualquer tipo de irregularidade”. Disse ainda que, se for comprovado “o descumprimento dos protocolos de vacinação, serão tomadas todas as medidas cabíveis em casos dessa natureza”.

O neto da idosa, Bruno Jordão, de 32 anos, conta que sugeriu que a mãe gravasse o momento da vacinação justamente para garantir que a dose fosse aplicada. Ainda segundo ele, a enfermeira chegou a questionar a filha da idosa se ela iria filmar ou apenas tirar uma foto. "Aí minha mãe disse que ia apenas fotografar, mas, na verdade, ela filmou", conta. O servidor público acredita que esse tipo de situação pode estar acontecendo com várias pessoas.

“Com certeza está acontecendo isso. Imagina quantas pessoas não estão sendo vacinadas. A gente estava receoso disso acontecer. Por isso, minha mãe filmou. Resolvemos divulgar para a imprensa. As pessoas precisam ser alertadas sobre isso", afirma Bruno.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

Mais 2 milhões de doses da vacina CoronaVac chegam a São Paulo

Foto: Reprodução/TV Globo

Mais 2 milhões de doses da vacina Coronavac chegaram a São Paulo na manhã desta sexta-feira (18). O avião pousou no aeroporto de Guarulhos com o terceiro lote enviado pela China ao Instituto Butantan, que está produzindo o imunizante no Brasil.

Nas últimas semanas, o Butantan já recebeu um primeiro lote com o imunizante e outro com insumos, enviados pela farmacêutica Sinovac. Com essa nova entrega, o laboratório informou que vai contar com pouco mais de três milhões de doses, prontas para uso. A previsão é ampliar esse número para nove milhões até janeiro.

A Coronavac ainda precisa ser aprovada pela Anvisa para poder ser aplicada no Brasil.

João Gabbardo, coordenador do Centro de Contingência de Covid-19 de São Paulo, afirmou que a vacinação contra o novo coronavírus com a Coronavac pode ter início antes mesmo do dia 25 de janeiro de 2021.

“O que nós não queremos é atrasar o cronograma. Nós tínhamos planejado o dia 25 de janeiro porque, com a decisão de encaminhar os resultados da fase 3 de forma definitiva no dia 23 de dezembro, imaginávamos que a Anvisa teria 30 dias para fazer a análise do pedido de registro. Só que nós vamos apresentar nas três possibilidades possíveis”, explicou.

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Ministério da Saúde indica que vacina da Pfizer está fora do perfil desejado para o Brasil

Foto: Divulgação

O Ministério da Saúde informou nesta terça-feira (1) que as vacinas contra a Covid-19 que serão incluídas no Plano Nacional de Imunização devem “fundamentalmente” poder serem armazenadas em temperaturas de 2º C a 8º C.

O anúncio, na prática, significa que dificilmente a vacina desenvolvida pela americana Pfizer será aplicada no Brasil, uma vez que exige condições especiais de armazenamento, com temperaturas de -70º C.

A Pfizer divulgou estudos que mostram que sua imunizante é 95% eficaz contra o novo coronavírus.

Em entrevista coletiva, o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Arnaldo Medeiros afirmou ser desejável que a vacina seja aplicada em uma única dose e que também que ela seja “fundamentalmente” termoestável por longos períodos, em temperaturas de 2º C a 8º C.

“O que nós queremos de uma vacina? Qual o perfil de uma vacina desejada? Claro, que ela confira proteção contra a doença grave e moderada, que ela tenha elevada eficácia, que ela tenha segurança, que ela seja capaz de fazer uma indução da memória imunológica, que ela tenha possibilidade de uso em diversas faixas etárias, e em grupos populacionais”, disse o secretário.

“E que idealmente ela seja feita de dose única, embora muitas vezes isso talvez não seja possível, só seja possível em mais de uma dose, mas fundamentalmente que ela seja termoestável por longos períodos, em temperaturas de dois a oito graus. Por quê? Porque a nossa rede de frios, nessas 34 mil salas ela é montada e estabelecida com uma rede de frios de aproximadamente dois a oito graus”.

O secretário ainda afirmou que, do “ponto de vista ideal”, ela deve apresentar uma tecnologia de baixo custo de produção.

Medeiros afirmou que o plano nacional de vacinação contra a Covid-19 será concluído apenas após o registro de uma imunizante pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O secretário informou que ainda nesta terça-feira haverá uma reunião do grupo técnico de trabalho e que há a possibilidade de que uma versão prévia seja divulgada ainda nesta semana.

O Ministério da Saúde está trabalhando em um plano de vacinação por meio de dez eixos, entre eles um que analisa a situação epidemiológica, outro que faz a atualização das vacinas em estudo, uma unidade que faz o monitoramento e orçamento.

Medeiros repetiu a informação de que a população brasileira não deve ser integralmente imunizada em uma primeira etapa da vacinação. Vai se dar prioridade para grupos de risco, como idosos e portadores de doenças crônicas, além de trabalhadores de serviços essenciais. Nesse caso específico, o secretário citou como exemplo os trabalhadores da área da saúde.

domingo, 18 de outubro de 2020

Secretários pedem que Pazuello inclua vacina do Butantan em cronograma nacional

Foto: Divulgação

O conselho nacional dos secretários estaduais de Saúde enviou uma carta ao Ministério da Saúde na quinta-feira (15) cobrando compromisso de inclusão da vacina que será produzida pelo Instituto Butantan no Programa Nacional de Imunizações.

A preocupação dos secretários é a de que o governo federal não se envolva na definição das estratégias de produção e de distribuição da vacina desenvolvida em São Paulo a partir de parceria com a empresa Sinovac.

A carta explica que o governo federal projeta a distribuição da vacina de Oxford somente para abril, ao passo que o governo de São Paulo prevê a finalização da fase 3 de testes até o início do mês de novembro.

Nesse cenário, o Conass (Conselho Nacional de Secretários de Estado da Saúde) pede que a pasta de Pazuello se comprometa a incluir em seu cronograma o imunizante desenvolvido pelo Butantan e quaisquer outras vacinas produzidas e testadas por outras indústrias, que possuam condições de eficácia, segurança e produção disponível para iniciar a vacinação da população brasileira no mês de janeiro de 2021, ou no menor espaço temporal possível.

“O enfrentamento assertivo à pandemia Covid-19, que já evoluiu com mais de 150 mil óbitos no Brasil, exige a máxima pressa e celeridade na aquisição e disponibilização de vacinas à nação. Com efeito, o momento exige que o Ministério da Saúde comande a unidade nacional em torno da disponibilização célere, segura e oportuna das vacinas já disponíveis, em especial as produzidas pelas iniciativas subnacionais”, conclui a carta.

O ofício foi redigido após reunião com o ministro Pazuello que despertou crise com os secretários de Saúde.

O calendário do ministério conta apenas com a chamada vacina de Oxford, prevista para abril.

“As vacinas não estão sendo tratadas de forma republicana pelo Ministério da Saúde”, disse Jean Gorinchteyn, secretário de Saúde de São Paulo, ao Painel.

“Todos os presentes na reunião entenderam da mesma forma. A vacina de São Paulo está sendo ignorada”, completou.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Anti-inflamatórios podem aumentar risco de ataque cardíaco

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Foto: Divulgação
O uso de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como o ibuprofeno, pode aumentar o risco de ataques cardíacos entre 24% e 58%, principalmente no primeiro mês de uso contínuo, segundo uma pesquisa divulgada ontem no periódico “British Medical Journal”.

Estudos realizados com 446.763 pessoas com idade entre 40 e 79 anos em países como Canadá, Finlândia e Reino Unido. Deste grupo, 61.460 indivíduos tiveram ataques cardíacos, tendo sido observados apenas pacientes que receberam prescrição médica, e não aqueles que adquiriram o remédio por conta própria. Os cientistas destacam que outras causas, além do uso de medicamento, podem estar envolvidas nas doenças cardiovasculares.

“Considerando que o risco de infarto agudo do miocárdio é identificado já na primeira semana de uso e parece maior no primeiro mês de tratamento com doses mais elevadas, os prescritores devem considerar a ponderação dos riscos e benefícios dos anti-inflamatórios antes de instituírem o tratamento”, afirmaram os pesquisadores no estudo.

Michèle revela que o aumento dos riscos é muito pequeno, já que, na maioria das pessoas, as chances de um ataque cardíaco também são ínfimas. Ainda assim, a epidemiologista ressalta que os pacientes devem ser informados sobre detalhes de seus tratamentos.

"Quero que as pessoas conversem com seus médicos", diz a pesquisadora. 

A maioria dos pacientes não está ciente de seu risco cardiovascular, então é preciso saber se é bom continuar com os AINEs ou se deve considerar outros tratamentos.

90% de chances de que todos os anti-inflamatórios não esteroides estejam relacionados ao risco de ataque cardíaco. E a probabilidade de problemas cardiovasculares aumenta de acordo com o remédio.

 O que apresentou menor risco foi o celecoxibe (no Brasil comercializado como Celebra), com 24% de probabilidade de problemas cardiovasculares. Em seguida, aparecem o ibuprofeno (Advil e Motrin), com 48% de risco; o diclofenaco (Voltaren), com 50%; e o naproxeno (Flanax), com 53%. A maior taxa de risco, de 58%, foi verificada no rofecoxib (Vioxx), que foi retirado do mercado em 2014.

O levantamento publicado ontem foi visto com ressalvas por parte da comunidade médica. Diretora do Real Colégio Britânico de Clínica Geral, Helen Stokes-Lampard pondera que é perigoso rejeitar imediatamente os analgésicos.


terça-feira, 2 de maio de 2017

Substância encontrada no queijo pode evitar câncer

Pesquisadores da Universidade Texas A&M descobriram que uma substância contida em alimentos como queijos envelhecidos, cogumelos, grãos e nozes pode prevenir o câncer de fígado e a fibrose hepática, mesmo em pessoas predispostas a contrair essas doenças.

A substância conhecida como espermidina foi introduzida por via oral em ratos de laboratório, do início até o fim da vida, e os pesquisadores observaram que eles viveram mais do que aqueles que não receberam a substância.

"Em seres humanos, isso significa que, em vez de uma média de 81 anos, as pessoas podem passar dos 100 anos. É um aumento drástico", afirmou o pesquisador Leyuan Liu. 

Além disso, as cobaias que receberam espermidina tiveram menos câncer de fígado e fibrose hepática, mesmo quando tinham uma predisposição natural para essas doenças.

Para conseguir esses resultados é preciso começar a ingerir a espermidina o mais cedo possível, de preferência logo que se começa a consumir alimentos sólidos.

 Nos experimentos em animais de idade mais avançada, o aumento da longevidade foi de apenas 10%.

Os efeitos colaterais da espermidina são mínimos, uma vez que ela é encontrada em alimentos e no próprio corpo humano, tendo sido detectada pela primeira vez no esperma humano, o que deu origem ao seu nome. Os próximos passos são testar esse composto em seres humanos, para se certificar de sua eficácia e segurança.

Liu apresentou ainda uma ideia de uso para a espermidina. 

"Imagina se colocarmos espermidina nas garrafas de cerveja? Ela equilibraria o álcool e ajudaria a proteger o fígado", disse.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Mãe pede que médico cubano volte a atender comunidade na Bahia

A mãe do bebê de 1 ano e dez meses que teve uma alta dosagem de medicação receitada por um médico cubano pede o retorno dele para a Unidade Básica de Saúde do conjunto Viveiros em Feira de Santana. O caso ocorreu na segunda-feira,18, mas só veio a tona na quarta-feira, 20, quando o vereador José Carneiro (PSL) fez a denúncia durante a sessão da Câmara de Vereadores. O médico, identificado como Isoel Gómez Molina, foi afastado das suas funções pela Secretaria Municipal de Saúde, que instaurou sindicância para apurar o fato.
A diarista Gilmara Santos dos Santos informou que o médico apenas errou no momento de preencher a receita, mas que teria orientado a ela a dosagem correta do medicamento. O menino não tomou a dosagem prescrita pelo médico. "Trouxe meu filho aqui com febre alta e ele passou dipirona injetável e a em gotas para eu dar em casa. Ele me disse que eram 10 gotas, já que meu filho pesa 10.200 kg, ou seja, uma gota por cada 1 quilo. Se tivesse alguma coisa errada eu mesma teria denunciado", disse.
Gilmara conta que, como o filho não melhorou, o levou para a policlínica do Feira X e lá a médica teria solicitado a receita que o cubano teria prescrito. "Ela me pediu a receita para mostrar a uma outra médica, como não desconfiei entreguei depois de um tempo trancada em uma sala ela retornou e me entregou o documento. Foi aí que vi que estava prescrito 40 gotas", afirmou.
Demonstrando revolta, a diarista acusou a médica de ter feito a denúncia e ter prejudicado os moradores do bairro. "Ela não teve ética. Fez algo que não autorizei, o médico me explicou certo, apenas errou. Quem nunca errou? Eles estão com raiva porque os cubanos estão fazendo o trabalho que eles não querem fazer, pois os médicos brasileiros tratam a gente como se fôssemos animais, diferente dos cubanos", frisou.
O médico estava trabalhando na unidade desde o dia 14 de novembro e foi afastado no final da tarde de quarta-feira. Em nota enviada pela Secretaria de Comunicação a secretária de saúde, Denise Mascarenhas, disse que um procedimento investigatório foi instaurado, com prazo de 30 dias para ser concluído e que o médico ficará afastado das atividades até o final do procedimento.  "Já comunicamos o caso à Sesab e ao Ministério da Saúde e  iremos apurar para adotarmos as medidas legais",  garantiu, na nota.
A nota informa ainda que Feira de Santana recebeu doze profissionais do programa Mais Médicos e que eles passaram por treinamento, no entanto, por conta do ocorrido, os profissionais passarão por um novo treinamento no final de semana com a Assistência Farmacêutica.
RECLAMAÇÃO
A notícia do afastamento do médico levou inúmeros moradores do conjunto Viveiros para a Unidade de Saúde para reclamar da atitude da secretária e solicitar o retorno imediato do profissional que, segundo eles, era atencioso e tratava todos com respeito. Cristiane Araújo Fonseca fiz que levou o filho de 4 anos na quarta-feira para a unidade com febre, vômito e diarréia e que o médico fez todos os exames e o medicou.
"Meu filho melhorou logo graças ao médico. Queremos o médico de volta, passamos mais de 2 meses sem médico e agora inventam coisa para tirar o médico daqui", afirmou.
Os moradores afirmaram que, caso o médico não retorne para a unidade, eles farão uma manifestação fechando a entrada da unidade. "Se não retornar na próxima semana, iremos impedir o funcionamento do posto de saúde. A secretaria deveria ouvir a comunidade e não acreditar em uma mentira", ameaçou Maria da Glória Martins.
A Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) enviou nota informando que está  acompanhando, em conjunto com o Ministério da Saúde, o caso e que não cabe a ela a fiscalização do exercício da profissão médica e sim ao conselho de classe. E destaca que espera que seja dado ao profissional o mesmo tratamento dado a qualquer outro profissional brasileiro e que seja garantido o amplo direito de defesa.

uol

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Diabetes mal controlada aumenta o risco de problemas nos olhos e pés

A diabetes é uma doença que atinge cerca de 347 milhões de pessoas, segundo dados da Organização Mundial de Saúde. Se bem controlada, ela não prejudica a qualidade de vida do paciente; porém, se não houver o controle adequado, o diabético pode ter riscos de problemas na visão, nos pés e também nos rins, nervos e coração, como alertaram o endocrinologista Alfredo Halpern e o oftalmologista Emerson Castro no Bem Estar desta quarta-feira (21).
Em relação à visão, o risco aumenta porque a diabetes provoca alterações nos vasos do corpo e, no caso dos vasos dos olhos, que são bem pequenos, pode causar também pequenos furos que dificultam a irrigação de certas áreas, o que leva à retinopatia diabética, uma das principais causas de cegueira.

Essa lesão nos vasos dos olhos pode também causar um derrame de sangue, que provoca manchas prejudiciais à visão. Por isso, o diabético deve fazer o exame de fundo de olho, pelo menos, uma vez por ano e precisa também manter a doença bem controlada como uma medida de prevenção.
Em alguns casos, esses vasos podem ser “cauterizados” com um tratamento a laser, como fez a dona de casa Leda Ferreira, mostrada na reportagem da Marina Araújo
Nessa situação, a mancha da retinopatia pode melhorar ou simplesmente não evoluir, mas em quadros mais graves, quando o derrame de sangue é muito grande, pode não ter efeito e a pessoa perder a visão.
Pode ocorrer ainda de a retina ficar pouco irrigada e ir “morrendo” aos poucos, até a pessoa perder a função do órgão e não enxergar mais. Dados mostram que diabéticos há 20 anos têm 90% de chance de ter algum grau de retinopatia, no entanto, como lembrou o endocrinologista Alfredo Halpern, esses problemas podem ser evitados e controlados se a diabetes estiver sob controle.
Como prevenção, os médicos alertam que pacientes com diabetes tipo 2 devem fazer acompanhamento com um oftalmologista após 5 anos do descobrimento da doença. Já quem tem diabetes tipo 1 precisa fazer uma consulta assim que for feito o diagnóstico. Para detectar a retinopatia diabética, o exame feito é o de fundo de olho, simples e barato – se diagnosticada, o médico vai indicar o melhor tratamento e, principalmente, se preocupar em controlar a diabetes.
A dica de controle como prevenção vale também para evitar outros problemas. A má circulação, seja por causa dos pequenos vasos sanguíneos ou grandes, pode lesar o coração, o cérebro, os membros inferiores, os rins, os nervos e também a pele, além de retardar a cura de lesões. Por isso, os pacientes com diabetes apresentam muitas complicações graves em longo prazo, como infartos e AVC, por exemplo. No caso dos rins, pode ocorrer uma alteração no fluxo e, consequentemente, insuficiência renal; nos nervos, pode ocorrer uma neuropatia, que é a falta de sensibilidade em qualquer região do corpo. 

No entanto, as complicações são mais comuns nos membros inferiores e, por isso, os pacientes com diabetes descontrolada devem ter uma atenção especial principalmente com os pés, como alertou a reportagem do Phelipe Siani.

Isso porque as lesões que o excesso de açúcar no sangue provocam nos vasos e nervos atrapalham a irrigação e, somadas à falta de sensibilidade, podem levar a quadros mais sérios – segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, qualquer lesão no pé, por exemplo, demora mais para cicatrizar e, por isso, pode se transformar em úlceras, infecções importantes, trombose e, em alguns casos, amputações.
g1

sábado, 27 de abril de 2013

Vacinação contra a gripe vai até o dia 10 de maio

A campanha de vacinação contra a gripe foi prorrogada até o dia 10 de maio. 

As doses estão sendo aplicadas desde o dia 15, em 443 UBSs (Unidades Básicas de Saúde) - os endereços podem ser encontrados no link: . Segundo a prefeitura, até o último dia 20, mais de 570 mil doses já haviam sido aplicadas.

Destak Jornal

terça-feira, 23 de abril de 2013

Gravidez na adolescência torna mulheres mais propensas à obesidade

Estudo sugere que mulheres que dão à luz muito cedo têm mais chance de ter excesso de peso ou obesidadeGravidez na adolescência torna mulheres mais propensas a se tornarem obesas, de acordo com estudo de pesquisadores da Universidade de Michigan, nos EUA.

A pesquisa sugere que mulheres que dão à luz muito cedo na vida têm mais chance de ter excesso de peso ou obesidade mais tarde na vida do que mulheres que não foram mães adolescentes.

O estudo, o primeiro a identificar a gravidez na adolescência como um preditor de obesidade, aparece na revista American Journal of Obstetrics & Gynecology.

"Ao cuidar de mães adolescentes, muitas vezes temos muitas preocupações imediatas, creche, habitação, escola, apoio social e financeiro, que não costumamos pensar os efeitos da gravidez na adolescência na saúde a longo prazo. Pela primeira vez, nós identificamos nossas mães mais jovens como um grupo de alto risco para a obesidade, que sabemos ser um dos problemas de saúde mais debilitantes a longo prazo", afirma a principal autora Tammy Chang.

O estudo foi baseado em dados do National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES), pesquisa nacional projetada para avaliar a saúde e o estado nutricional de adultos e crianças nos Estados Unidos.

Depois de controlar fatores como raça, educação e indicadores socioeconômicos, os pesquisadores descobriram que as mulheres que tinham dado à luz entre as idades de 13 e 19 anos tinham 32% maior risco de obesidade do que as mulheres que tinham dado à luz aos 20 anos ou mais tarde.

Os resultados também mostraram que um número significativamente menor de mulheres com parto na adolescência estava com peso normal em comparação com mulheres que não engravidaram nessa idade.

"Precisamos de mais estudos para entender melhor a relação entre a gravidez na adolescência e a obesidade, para que os médicos e os formuladores de políticas possam proporcionar o melhor atendimento a mães adolescentes e mulheres que deram à luz na adolescência", conclui Chang.

R7

domingo, 14 de abril de 2013

Campanha de vacinação contra gripe pelo país começa nesta segunda

A campanha nacional de vacinação contra a gripe começa amanhã, segunda-feira (15), com a meta de atingir 32 milhões de pessoas até o dia 26 de abril. Nesse prazo termina o período de vacinação contra a gripe no país, diz o Ministério da Saúde.
Gripe A vacina (Foto: Ivo Gonçalves/ Divulgação PMPA)
A imunização protege contra os três subtipos do vírus influenza que mais circularam no inverno passado: A (H1N1) – conhecido popularmente como gripe suína –, A (H3N2) e B.
Serão distribuídas, neste ano, 43 milhões de doses da vacina para 65 mil postos de saúde, segundo a pasta. Em 2012, 26 milhões de pessoas foram imunizadas, número equivalente a 86,3% do público-alvo. O índice superou a meta prevista, de 80% do público, e foi celebrado pelo ministério.
O objetivo deste ano é de atingir cerca de 80% do público-alvo da ação, que inclui idosos com 60 anos ou mais, crianças de seis meses a dois anos, gestantes, indígenas, presidiários e profissionais de saúde. Doentes crônicos e mulheres no período até 45 dias depois do parto também devem receber  a vacina.
"A vacinação é segura e feita com o objetivo de diminuir o risco de ter doença grave e evitar o óbito. Ao mesmo tempo, as pessoas que apresentarem os sintomas de gripe devem procurar o posto de saúde, porque tem tratamento", afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em nota oficial divulgada pelo ministério.
Com a inclusão de novos grupos na campanha de vacinação, o número de pessoas consideradas público-alvo deve aumentar em 30%, saltando de 30 milhões para 39,2 milhões neste ano, segundo o Ministério da Saúde.
Segundo o ministro, o governo federal quer estimular estados e municípios a terem uma estratégia de busca ativa do público-alvo. Há, inclusive, equipes que irão a abrigos atrás de idosos que podem receber a vacina, disse Padilha recentemente.
No chamado "Dia D" da campanha – uma mobilização nacional prevista para o dia 20 de abril –, o ministro deve visitar Unidades Básicas de Saúde (UBS) de São Paulo e do Rio Grande do Sul.
Reduzir internações
O principal objetivo da campanha é ajudar a reduzir as complicações, internações e mortes decorrentes da gripe. De acordo com Padilha, a meta é reforçar o atendimento às pessoas com doenças crônicas, independentemente da faixa etária. Isso inclui quem tem problemas cardíacos, pulmonares, transplante de rim, obesidade, deficiência mental e pacientes que usam medicamentos imunossupressores, entre outros.
A novidade de 2013 é que os doentes crônicos terão acesso ampliado a todos os postos de saúde, e não apenas aos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (Cries). Para isso, é preciso apresentar apenas a prescrição médica no ato da vacinação.
Pacientes já cadastrados em programas de controle de doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) devem procurar os postos em que estão inscritos. Caso a unidade de saúde que oferece atendimento regular não tenha um posto de vacinação, a pessoa deve solicitar uma prescrição médica.
Os pacientes da rede privada ou conveniada também devem ter prescrição médica e apresentá-la nos postos durante a campanha.
DOENÇAS CRÔNICAS COM INDICAÇÃO PARA VACINA DA GRIPE
Doença respiratóriaasma moderada ou grave (em uso de corticoide), doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), fibrose cística, bronquioectasia, doenças intersticiais do pulmão, displasia broncopulmonar, hipertensão arterial pulmonar e crianças prematuras com doença pulmonar crônica
Doença cardíacaHipertensão arterial sistêmica com doença associada (comorbidade), doença cardíaca isquêmica e insuficiência cardíaca
Doença renalPacientes em diálise, doença renal nos estágios 3, 4 e 5, e síndrome nefrótica
Doença do fígadoHepatite crônica, cirrose e obstrução (atresia) biliar
Doença neurológicaacidente vascular cerebral (AVC), paralisia cerebral, esclerose múltipla, doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular,
e deficiência neurológica grave
DiabetesTipos 1 e 2 em uso de remédios
ImunossupressãoBaixa imunidade congênita ou adquirida
por doenças ou medicamentos
Obesidade mórbidaGrau 3 (IMC igual ou acima de 40)
TransplantesDe medula óssea e órgãos sólidos
Por região
A Região Sudeste, a mais populosa do Brasil, receberá 18,6 milhões de doses da vacina – só o estado de São Paulo ficará com 9,7 milhões. O Nordeste terá 10,7 milhões de doses; o Sul, 7,5 milhões; o Norte, 3 milhões; e o Centro-Oeste, 2,9 milhões, segundo o ministério.
Além de distribuir as doses, que custarão R$ 331 milhões, a pasta informou que repassará R$ 24,7 milhões a estados e municípios para que eles mobilizem a população e preparem as equipes de saúde da família. Segundo o ministério, a campanha terá a participação de 240 mil pessoas.
Vírus inativo
O ministro Padilha esclareceu que o vírus usado na vacina é inativo e, por isso, não causa gripe. Ele ponderou, porém, que, ao se vacinar, a pessoa pode pegar outros tipos de vírus capazes de provocar um resfriado ou uma gripe mais fraca. Existe, ainda, a possibilidade de o indivíduo se vacinar no momento em que já se contaminou com o vírus, aí a dose não terá efeito.

"Por isso, é muito importante aproveitar a campanha, que é um período em que ainda não aumentou muito a circulação do vírus da gripe do país", afirmou ele recentemente.
Dúvidas mais comuns
Veja as perguntas mais comuns sobre a vacina e sobre a gripe. As  informações são do Ministério da Saúde e da diretora de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Helena Sato.
1) Por que o Ministério da Saúde priorizou esses oito grupos?
Estudos indicam que alguns grupos da população, principalmente idosos, grávidas e crianças pequenas, correm mais risco de ter complicações em decorrência da gripe, como pneumonia, e morrer pela doença.
2) Quem se vacinou no ano passado precisa tomar a dose novamente?
Sim, já que a imunidade contra a gripe dura até um ano após a aplicação da vacina. E também porque sua composição é feita conforme os vírus que mais circularam no ano anterior.
3) O que é influenza?
influenza é o nome científico do vírus da gripe. É uma infecção viral aguda que atinge o sistema respiratório. É de alta transmissão, com tendência a se disseminar facilmente em epidemias sazonais, comuns no outono e no inverno.
4) Gripe e resfriado são a mesma coisa?
Não. A gripe é uma doença grave, contagiosa, causada pelos vírus influenza (A, B ou C). O resfriado é menos agressivo e de menor duração, causado por um rinovírus (com seus vários tipos).
Os sintomas da gripe muitas vezes são semelhantes aos do resfriado, que se caracterizam pelo comprometimento das vias aéreas superiores (congestão nasal e coriza), tosse, rouquidão, febre, mal-estar, dor de cabeça e no corpo. Mas, enquanto a gripe pode deixar a pessoa de cama, o resfriado geralmente não passa de tosse e coriza.
5) Quais os meios de transmissão dos vírus da gripe e do resfriado?
A transmissão ocorre quando as secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada são transmitidas para outra por meio da fala, da tosse, do espirro ou pelo toque, levando o agente infeccioso direto à boca, olhos e nariz do receptor.
6) A vacina contra a gripe imuniza contra o resfriado?
Não. A vacina contra a gripe protege apenas contra os três principais vírus influenza que estão circulando no país.
7) A dose tem alguma contraindicação?
A vacina não é recomendada para quem tem alergia à proteína do ovo, isto é, entre aqueles que já apresentaram forte reação alérgica pelo menos duas horas depois de comer ovo. Esse tipo de alergia é bastante rara. A vacina também é contraindicada a quem já teve reações adversas a doses anteriores a um dos componentes da vacina. Nestas situações recomenda-se passar por avaliação médica para saber se pode ou não tomar a vacina.
8) Posso ficar gripado(a) mesmo após me vacinar?
Não, isso é um mito. A vacina contra influenza contém vírus mortos ou apenas pedaços dele que não conseguem causar gripe.
Na época em que a vacina é aplicada, circulam vários vírus respiratórios, que podem não ser o da gripe em questão, e as pessoas podem ser infectadas por eles. Além disso, é possível pegar um resfriado.
9) Quanto tempo leva para a vacina fazer efeito?
Em adultos saudáveis, a detecção de anticorpos protetores se dá entre duas a três semanas após a vacinação e apresenta, geralmente, duração de 6 a 12 meses.
10) Fora do período da campanha é possível me vacinar?
Não pelo SUS. Depois da campanha, só serão vacinados os presidiários e indivíduos que apresentem problemas de saúde específicos. Clínicas as privadas poderão oferecer a vacina a toda população – inclusive para quem não faz parte do grupo prioritário – desde que as doses compradas estejam registradas na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
11) A vacina contra a gripe tem o mesmo efeito de um antigripal?
Não. A vacina previne contra a gripe, e o antigripal é um medicamento usado para reduzir os efeitos causados pela doença.
12) Pessoas com doenças crônicas podem se vacinar?
Sim, mas com apresentação de receita médica. Em alguns casos, como os de pacientes com doenças neurológicas, é aconselhável passar por uma avaliação médica antes da vacinação.
13) É obrigatório apresentar a caderneta de vacinação?
Não, mas o documento é necessário para atualizar outras vacinas do calendário anual. Para quem não apresentar a caderneta no momento da aplicação da dose, será feito outro cartão para o registro, que deve ser guardado para comprovar o histórico vacinal.
14) Pessoas que tomam corticoide podem ser vacinadas?
Sim, o uso não impede a imunização.
15) Quanto tempo após a vacinação eu posso doar sangue?
Uma portaria do Ministério da Saúde publicada em 2011 declarou que o doador fica inapto para doar sangue pelo período de um mês a partir da data em que foi vacinado contra o vírus da gripe. Depois desse prazo, está liberado.
Gripe x resfriado (Foto: Arte/G1)
FONTE: G1