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domingo, 8 de dezembro de 2013

Eurico diz que jogo em Joinville não devia continuar: 'Decisão covarde'

Ex-presidente do Vasco e possível candidato de oposição em 2014, Eurico Miranda disparou contra a postura da atual diretoria do Vasco por ter permitido que o jogo contra o Atlético-PR continuasse na Arena Joiville depois da briga entre as torcidas, que paralisou a partida por uma hora e dez minutos e deixou diversos feridos. O jogo terminou em goleada para os paranaenses, que venceram por 5 a 1.

Vasco derrota rebaixamento (Foto: Geraldo Bubniak / Agência Estado)

Eurico considerou que o Vasco não deveria ter retornado para o gramado por avaliar que não havia segurança para o jogo prosseguir. Questionado sobre o rebaixamento, ele afirmou ser uma "tragédia anunciada", mas ressaltou que a "tragédia" deste domingo, a goleada, poderia ter sido evitada:

- Isso aí é uma tragédia anunciada. Mas essa tragédia anunciada de hoje poderia ter sido evitada. Não era possível que esse jogo continuasse. Se tivesse alguém com firmeza no Vasco não haveria mais jogo. Qual é a condição de ter um jogo daquele? Um jogo sem segurança, sem polícia nenhuma, esse jogo não deveria nem ter começado. Segurança privada, isso é brincadeira. Não tem o que falar. É uma tragédia anunciada, mas culminou com mais uma decisão covarde do pessoal que está lá. Só isso que tenho a dizer, mais nada - disse Eurico.


Ederson comemoração Atlético-PR contra Vasco (Foto: Heuler Andrey / Agência Estado)

O atual presidente do Vasco, Roberto Dinamite, se mostrou contrário à continuação do jogo no momento da paralisação. Mas alegou que não poderia ordenar a retirada do time, jogando a responsabilidade para o delegado do jogo e a Polícia Militar de Santa Catarina.

- Falei com o delegado do jogo e com a Polícia Militar. Se continuar o jogo e acontecer alguma coisa, os responsaveis são eles. Não estão respeitando o que é mais importante: vidas. Não é o rebaixamento nem nada. Não estamos pensando em Primeira ou Segunda Divisão. Estamos pensando em vidas. Não posso tirar o meu time de campo - afirmou Dinamite.
confusão torcida Atlético-PR e Vasco jogo (Foto: Gustavo Rotstein)Torcidas de Atlético-PR e Vasco entram em confronto na Arena Joinville (Foto: Gustavo Rotstein) Fonte: Globo Esporte

Atlético-PR vai à Libertadores e rebaixa Vasco

Em partida marcada e manchada pela violência dos torcedores nas arquibancadas da Arena Joinville, o Atlético-PR goleou o Vasco por 5 a 1 e colocou ponto final no Campeonato Brasileiro 2013. O resultado da partida em Santa Catarina também selou o destino dos dois clubes na próxima temporada. O time paranaense está na Copa Libertadores, enquanto o time cruzmaltino foi rebaixado e irá disputar a Série B.
O ano brilhante do Atlético-PR – com direito à vaga na competição continental e final da Copa do Brasil, em duelo perdido para o Flamengo, – foi ofuscado pelo comportamento violento dos torcedores do clube. Os fãs rubro-negros iniciaram confronto nas arquibancadas e encurralaram os torcedores do Vasco. Os cruzmaltinos responderam. No fim, quatro torcedores foram internados em hospital com traumatismo craniano. Eles não correm risco de morrer.
O Vasco também sai manchado do Brasileirão pela briga em Joinville, já que os seus torcedores também foram para o confronto no episódio. A situação do clube é ainda pior com o resultado de dentro de campo. A goleada confirma a segunda queda do Vasco para a segunda divisão nacional em cinco anos. Em 2008, também sob o comando de Roberto Dinamite, o Cruzmaltino amargou a mesma decepção ao fim da temporada.
O clima era nervoso desde antes do apito inicial, no entorno e dentro do estádio. No gramado, o Atlético-PR não deixou o adversário nem mesmo esquentar. O Vasco cometeu falta boba próxima da sua área e deu oportunidade para a bola parada dos donos da casa, que foi fatal. Paulo Baier encontrou Manoel livre, e o zagueiro acertou o alvo para garantir 1 a 0 logo aos 5min de partida.
Desorganizado, o Vasco teve que ir para o ataque e mostrou ainda mais as suas dificuldades no jogo. Sem saber responder à desvantagem no placar, o ataque cruzmaltino pouco apareceu nos primeiros 16min. Foi a partir deste momento que a violência tomou conta da Arena Joinville e manchou o jogo. Torcedores de Atlético-PR e Vasco brigaram nas arquibancadas.
Após muita discussão e paralisação de mais de 1 hora, o jogo foi retomado por decisão da arbitragem – com o aval da Polícia Militar catarinense, que se deslocou para dentro da arena. O ambiente era pesado, e o ritmo de jogo era lento. Sem muitas oportunidades ofensivas, a partida era disputada no meio campo, com algumas tentativas de Marlone.
Em um golpe de sorte, no entanto, o jogo melhorou para o Vasco. Aos 39min, Yotún foi à linha de fundo e errou o cruzamento. Na tentativa de cortar o lance, o goleiro Weverton rebateu na cabeça de Edmilson. A bola entrou de forma chorada para confirmar 1 a 1 no placar. O empate durou pouco já que o Atlético-PR não sentiu a decepção.
Aos 43min, Paulo Baier apareceu novamente. O camisa 10 do Furacão aproveitou espaço e cruzou para cabeçada de Éderson. O goleiro cruzmaltino Alessandro escorregou na tentativa de defender a finalização e só observou a bola entrar no gol: 2 a 1 e vantagem para o intervalo.
Com Bernardo no lugar de Wendel, o Vasco se jogou ao ataque na segunda etapa. Os contra-ataques do Atlético-PR eram perigosos e deixavam a defesa adversária em alerta. Aos 18min, Paulo Baier iniciou ataque para complicar de vez o adversário. Após participação de Éderson, Marcelo dominou bem para marcar 3 a 1 e dar tranquilidade ao Furacão.
O Vasco se abriu ainda mais em busca do ataque e foi penalizado pelo artilheiro do Brasileiro. Aos 37min, Éderson apareceu livre na área e só teve o trabalho de tocar para as redes: 4 a 1. Em seguida, o camisa 77 do Atlético-PR voltou a ficar livre para decretar goleada por 5 a 1, vaga na Libertadores e Vasco na segunda divisão. O Furacão termina o Brasileiro na terceira colocação, com 64 pontos. o Cruzmaltino termina o torneio com 44 pontos, na 18ª posição.
ATLÉTICO-PR 5 X 1 VASCO
 
Data: 08/12/2013 (domingo)
Local: Arena Joinville, em Joinville (SC)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro
Auxiliares: Marcio Eustaquio Santiago e Guilherme Dias Camilo
Cartões amarelos: Pedro Ken, Vasco
Gols: Manoel, aos 5min do primeiro tempo para o Atlético-PR, Éderson, aos 43min do primeiro tempo para o Atlético-PR, Marcelo, aos 18min do segundo tempo para o Atlético-PR, Éderson, aos 37min do segundo tempo para o Atlético-PR e Éderson, aos 40min do segundo tempo para o Atlético-PR; Edmilson, aos 39min do primeiro tempo para o Vasco; 
 
ATLÉTICO-PR
Weverton; Léo, Manoel, Luiz Alberto e Maranhão (Juninho); Deivid, João Paulo, Éverton e Paulo Baier (Zezinho); Marcelo (Felipe) e Ederson.
Técnico: Vagner Mancini
 
VASCO
Alessandro; Fagner, Renato Silva, Cris e Yotún; Abuda, Wendel (Bernardo), Pedro Ken e Marlone (Tenorio); Thalles (Reginaldo) e Edmilson
Técnico: Adilson Batista

uol

Torcedores rivais brincam com rebaixamento do Fluminense

Os torcedores adversários não perdoaram a queda do Fluminense. Logo após a partida diante do Bahia, as imagens de brincadeiras já circulavam nas redes sociais. A frase ‘Pague a Série B’ foi uma das mais reproduzidas. Apesar da vitória na Arena Fonte Nova por 2 a 1, o time do técnico Dorival Júnior acabou rebaixado à segunda divisão.

Fonte: Globo Esporte

Coritiba vence o São Paulo e sela a permanência na Série A

O Coritiba disputará a Série A do Campeonato Brasileiro em 2014. Na tarde deste domingo, a equipe dirigida por Tcheco foi até Itu, no interior paulista, e derrotou o São Paulo por 1 a 0 para selar a sua fuga da zona de rebaixamento. O gol do alívio foi marcado pelo zagueiro Luccas Claro, aos 29 minutos do primeiro tempo.
Com o resultado, o Coritiba encerrou a sua campanha no Campeonato Brasileiro com 48 pontos ganhos, sem nem sequer ter dependido dos resultados dos cariocas Vasco e Fluminense, que dividiam a zona da degola com os previamente rebaixados Ponte Preta e Náutico.
Já o São Paulo permaneceu com 50 pontos, fechando com uma nova derrota um ano para ser esquecido (com eliminação para o rival Corinthians no Campeonato Paulista, mesmo algoz da Recopa Sul-americana, e quedas diante dos também alvinegros Atlético-MG na Copa Libertadores da América e Ponte na Copa Sul-americana).
Ao menos a possibilidade de rebaixamento no Brasileiro deixou de ser um problema para o São Paulo nas últimas rodadas. Com os contratos do técnico Muricy Ramalho e do goleiro Rogério Ceni já renovados, o clube do Morumbi agora se planeja para fazer um 2014 melhor do que foi o seu 2013.
Fernando Dantas/Gazeta Press
Jogadores do Coritiba fizeram a festa enquanto Rogério Ceni, de contrato renovado, lamentou outro tropeço
O jogo – O fato de não ter mais pretensões na temporada não tirou o ímpeto ofensivo do São Paulo nos primeiros minutos da partida contra o Coritiba. Tanto é que o trio de atacantes formado por Ademilson, Luis Fabiano e Welliton encontrou dificuldades para não ficar em impedimento.
Do outro lado, o Coritiba tinha um bom motivo para impedir o São Paulo de se animar ainda mais em campo. Ameaçado de rebaixamento, o time visitante adotou uma estratégia cautelosa diante de seus torcedores que foram ao interior paulista. Havia um deles que, mesmo de maca, havia sido levado por amigos para as arquibancadas do Novelli Júnior.
Aos sete minutos, Paulo Henrique Ganso certamente causou mal-estar no público cardíaco do Coritiba. O meia recebeu um bom passe dentro da área, driblou o seu marcador com categoria e buscou o ângulo na conclusão. A bola acertou o travessão.
Apesar do susto, o Coritiba conseguiu controlar a pressão do São Paulo à base de muitas trocas de passes no meio-campo. Com o tempo, começou também a atacar. O veterano Alex só exagerava um pouco ao assumir a responsabilidade no duelo, tentando resolver tudo sozinho, e esbarrava na defesa adversária.
O Coritiba se saiu melhor com bolas paradas e levantamentos na área. Foi através de um cruzamento da esquerda de Carlinhos, aos 29 minutos, que abriu o placar. Leandro Almeida ganhou a disputa pelo alto com Edson Silva e escorou a bola. Na sequência, Luccas Claro aproveitou a furada de Antônio Carlos para estufar a rede com um chute forte.
O gol tranquilizou o Coritiba – ainda mais porque resultados de concorrentes na luta contra o rebaixamento também eram favoráveis naquele momento. Já o São Paulo tentou encurtar o caminho para o empate com chutes de longa distância. Passou perto da meta em algumas oportunidades, mas não o bastante para mexer no marcador da etapa inicial.
Para tentar mudar o jogo no segundo tempo, Muricy Ramalho sacou o seu atacante que menos se destacava, Welliton, para apostar na entrada de Silvinho. Logo aos dois minutos, contudo, quase viu o Coritiba ampliar com Julio Cesar, que desperdiçou grande chance ao errar o alvo depois de ficar livre de marcação dentro da área do São Paulo.
A equipe visitante se entusiasmou com o bom recomeço de jogo e voltou a incomodar o São Paulo pouco depois. Aos nove, Alex arrancou para completar um cruzamento vindo da direita com um arremate de primeira e carimbou o travessão. Não satisfeito, Tcheco trocou Victor Ferraz por Germano em seguida.
O São Paulo também não desistiu de mudar os rumos da partida. Muricy fez outra alteração no seu ataque, com Aloísio na vaga de Ademilson. De novo, não surtiu efeito. A bola voltou a acertar a trave do gol defendido por Rogério Ceni aos 29 minutos, quando Antônio Carlos desviou um cruzamento da direita e quase anotou contra.
De qualquer forma, a vitória pelo placar mínimo estava de bom tamanho para o Coritiba. Foi por causa do 1 a 0 que os torcedores alviverdes passaram todo o restante do segundo tempo festejando a permanência na Série A no Novelli Júnior. Àquela altura, o jogo com o São Paulo já não reservava maiores emoções. As informações são do Gazeta Esportiva.

Botafogo faz 3 a 0 no Criciúma e se garante no G-4

O Botafogo garantiu a vaga no G-4 do Campeonato Brasileiro ao derrotar o Criciúma por 3 a 0, em partida disputada na tarde deste domingo, no Maracanã. O resultado fez o time alvinegro garantir a quarta posição com 61 pontos ganhos. Em ótima atuação, o Botafogo foi às redes com Lodeiro, Elias e Seedorf.
Para disputar a Libertadores, o Botafogo terá que torcer contra a Ponte Preta que decidirá, nesta quarta-feira, a Copa Sul-americana com o Lanús, da Argentina. Se o time paulista conseguir o título, vai ficar com a vaga, frustrando os planos da equipe de General Severiano. O Criciúma ficou com 46 pontos ganhos, na 16ª posição, e depende do resultado do Vasco, cuja partida ainda está em andamento.
O jogo – A partida começou com o Botafogo tomando a iniciativa, enquanto o Criciúma, muito fechado, tentava dificultar as manobras ofensivas da equipe carioca. Aos cinco minutos, o Botafogo chegou ao gol adversário em cobrança de falta executada por Edilson, mas a bola saiu. O time dirigido por Oswaldo de Oliveira atacava, quase sempre, pelo lado direito, com Edilson, que tinha a companhia de Seedorf para buscar as tabelas.
Aos nove minutos, o Botafogo abriu o marcador. Lodeiro bateu falta na área, a bola desviou em Matheus Ferraz e acabou entrando no gol defendido por Gallato.
O Criciúma partiu para o ataque e, aos 12 minutos, João Vitor chutou forte e Jefferson praticou grande defesa, espalmando para escanteio e evitando o gol do empate. O time catarinense tentava encurralar o adversário e o Botafogo apenas se defendia, buscando uma oportunidade para surpreender o Criciúma.
Aos 20 minutos, o Botafogo quase chegou ao segundo gol. Seedorf recebeu bom passe de Rafael Marques, se livrou da marcação, e chutou, mas a bola saiu com grande perigo.
O Criciúma adiantou a marcação e, aos 24 minutos, Lins recebeu na intermediária e arriscou, mas a bola passou longe do gol defendido por Jefferson.Sem condições de chegar à área alvinegra, o Tigre tentava os chutes de longa distância, como aconteceu aos 32 minutos com Wellington Paulista que arriscou, mas mandou longe do gol da equipe carioca.
Aos 35 minutos, o Botafogo colocou a bola nas redes, mas a arbitragem invalidou a jogada, marcando impedimento de Elias que concluiu para as redes depois de defesa parcial de Gallato. O clima esquentou quando Serginho atingiu Seedorf com violência e provocou a reação dos jogadores alvinegros. O jogador do Criciúma foi advertido com o cartão amarelo.
O Botafogo continuava melhor e, aos 43 minutos, quase ampliou. Julio Cesar fez ótima jogada pela esquerda e rolou para Lodeiro, mas o chute do uruguaio desviou na zaga.
O Botafogo voltou embalado para o segundo tempo e, antes do primeiro minuto, Lodeiro fez ótima jogada individual e chutou forte, mas a bola saiu. Aos quatro minutos, Renan experimentou de fora da área e Jefferson defendeu com segurança. Logo depois, João Vitor derrubou Lodeiro, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso da partida.
Aos oito minutos, o Botafogo quase marcou o segundo gol. Edilson bateu falta e a bola explodiu no travessão. Dois minutos depois, Rafael Marques recebeu lançamento de Edilson e ajeitou de peito para Julio Cesar que chutou cruzado e a bola saiu. A pressão deu resultado aos 22 minutos, quando o Botafogo marcou o segundo gol. Edilson cobrou falta, a bola bateu na barreira e sobrou para Dória. Gallato conseguiu defender parcialmente o chute do zagueiro, mas a bola sobrou para Elias empurrar para o fundo das redes.
O Criciúma desanimou com o segundo gol e o Botafogo quase ampliou aos 25, em bomba de Rafael Marques que Gallato defendeu, evitando o terceiro gol. O goleiro da equipe catarinense voltou a aparecer bem aos 34 minutos para segurar a conclusão de Bruno Mendes.
Aos 42 minutos, o Botafogo marcou o terceiro gol, através de Seedorf. O holandês se aproveitou da cobrança de falta executada por Júlio César para cabecear sem chances para Gallato, definindo o placar do jogo. Logo depois, Seedorf foi substituído e deixou o campo muito emocionado. As informações são do Gazeta Esportiva.

Goiás é derrotado pelo Peixe e perde chance de chegar à Libertadores

Em partida disputada neste domingo no Estádio Serra Dourada, válida pela 38ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Goiás foi derrotado pelo Santos, por 3 a 0 (um de Cícero e dois de Montillo) e perdeu, além da quarta colocação na tabela de classificação, a oportunidade de disputar a Copa Libertadores em 2014.
Montillo comemoração Santos contra Goiás (Foto: Carlos Costa / Agência Estado)
O Esmeraldino, que só precisava da vitória para se garantir na quarta colocação, foi prejudicado pelo resultado do Botafogo, que venceu o Criciúma e entrou no G-4. A equipe comandada por Enderson Moreira permaneceu com 59 pontos e terminou a competição na sexta posição.
Por sua vez, o Santos, que não brigava por mais nada, ganhou uma posição e terminou o Brasileirão na sétima colocação, com 57 pontos. Esta é a melhor campanha da equipe paulista desde 2007, quando o time comandado por Vanderlei Luxemburgo ficou com o vice-campeonato, atrás apenas do campeão e arquirrival São Paulo.
O jogo - Antes do pontapé inicial, foi respeitado um minuto de silêncio, em homenagem ao ex-presidente sul-africano Nelson Mandela, que faleceu na última quinta-feira. Nos primeiros instantes da partida, os jogadores das duas equipes ficaram trocando passes, dando sequência aos protestos orquestrados pelo movimento Bom Senso F.C., que pleiteia, entre outras melhorias, a mudança do calendário do futebol brasileiro.
O Santos abriu o placar aos cinco minutos de jogo. Após jogada do Peixe pela direita, a defesa esmeraldina tirou mal, e Arouca ficou com a sobra. O volante levantou na medida para Cícero, que cabeceou para baixo, marcando seu 15º gol no Campeonato Brasileiro.
No lance seguinte, o Goiás teve a chance de empatar. Dudu Cearense arriscou da entrada da área e a bola passou perto da trave direita defendida por Aranha, que já desistira do lance. Aos 18, Dudu cobrou falta na cabeça de Rodrigo, que cabeceou tirando de Aranha. Cicinho, em cima da linha, salvou o que seria o gol de empate.
Aos 33 minutos, após sobra de escanteio, o zagueiro Rodrigo lançou Hugo na grande área. Em posição duvidosa, o meia apareceu livre atrás dos zagueiros santistas, mas colocou muita força na finalização e mandou a bola por cima do gol.
O segundo gol santista saiu aos 44 minutos. Emerson avançou pela esquerda e tocou na área para Thiago Ribeiro. O atacante santista protegeu da marcação e rolou para Montillo, que aparecia atrás. O argentino acertou forte chute de primeira no canto direito de Renan.
Uma falha de Aranha, aos seis minutos da segunda etapa, quase proporcionou o primeiro gol ao Goiás. Rodrigo bateu falta com força no meio do gol, o goleiro santista espalmou para o meio da área e, no rebote, Vítor, dentro da pequena área, chutou por cima do travessão.
Aos 14 minutos, Cícero dominou na entrada da área, iludiu a marcação da defesa esmeraldina e finalizou de direita, acertando a trave de Renan. No contra-ataque seguinte, Thiago Ribeiro dominou na ponta esquerda, puxou para o meio e finalizou. A bola passou muito perto do poste esquerdo adversário.
O terceiro gol santista foi marcado aos 32 minutos. Em rápido contra-ataque, Geuvânio recebeu no meio e viu Montillo invadindo a área pela direita livre de marcação. Com um chute cruzado, de primeira, o argentino venceu o goleiro Renan e marcou seu segundo tento na partida.
Aos 45 minutos, Hugo se desentendeu com o meia Roni, seu companheiro de equipe, e recebeu o cartão vermelho de forma direta. As informações são do Gazeta Esportiva.

Fluminense vence o Bahia, mas está rebaixado para a Segunda Divisão

O Fluminense refez o caminho que sua torcida tanto temia. Neste domingo, o time do técnico Dorival Júnior venceu o Bahia por 2 a 1, na Arena Fonte Nova, mas foi mais uma vez rebaixado à Série B do Campeonato Brasileiro. Assim como na década de 1990, quando passou por vexames seguidos, o time do Rio de Janeiro se despediu da elite nacional.

Wagner jogo Fluminense contra Bahia (Foto: Ricardo Ayres / Photocamera)

A situação do Tricolor das Laranjeiras era dramática antes mesmo de iniciar esta última rodada, já que o clube precisava da vitória em Salvador e ainda contar com tropeços de Coritiba e Vasco. Apesar de ter cumprido seu dever, o Fluminense foi rebaixado porque o Coxa venceu o São Paulo e se manteve na Série A.

Com Fred nas tribunas, em função da lesão muscular que o tirou de boa parte do campeonato, o Fluminense saiu atrás no placar, já que o gol de William Barbio deu vantagem ao Bahia. No segundo tempo, quando partiu no desespero para o ataque, o Tricolor virou com Wagner e Samuel, mas não havia mais nada a ser feito.

Fred torcida jogo Fluminense (Foto: Edgard Maciel de Sá)

As quedas atormentaram também o clube das Laranjeiras na última década do século passado. No Brasileirão de 1996, o Tricolor terminou na zona de rebaixamento, mas foi mantido na elite na temporada seguinte pela organização. Porém, o Fluminense repetiu os erros em 1997 e, desta vez, caiu para a segunda divisão.

No ano seguinte, a péssima campanha na Série B derrubou o time do Rio de Janeiro para a terceira divisão nacional. Assim, em 1999, o Fluminense jogou a Série C, sendo campeão. Em vez de ter subido para a segunda divisão, o time foi direto para a elite novamente, participando da Copa João Havelange de 2000.

O jogo - O Fluminense começou a partida quase aproveitando um presente do adversário. Fernandão perdeu a bola na saída do campo defensivo, e Rafael Sobis avançou para chutar, ao lado da meta defendida por Marcelo Lomba. 

Na resposta dos donos da casa, Talisca arriscou a batida de fora da área, e Diego Cavalieri espalmou para dentro da área. Marquinhos chegou pela direita e finalizou no rebote, exigindo boa defesa do goleiro.

O Fluminense tentou se manter tranquilo para buscar o ataque, mas mostrava problemas no ataque. Wagner ganhou a bola na entrada da área e chegou em boas chances, mas arrematou fraco, facilitando para o goleiro. Na jogada seguinte, Gum pegou bola rebatida na área e foi travado no momento da finalização.

O Bahia seguiu mais cauteloso, priorizando a defesa. Assim, o time visitante tinha a esperança de pressionar, inclusive Kenedy chegou bem pela direita e cruzou rasteiro, mas Fabrício Lusa afastou. Mesmo em situação desesperadora, o time de Dorival Júnior não conseguia criar chances de perigo.
Assim, o time de Salvador se sentiu à vontade para avançar.

Aos 29, William Barbio arriscou a batida de fora da área e viu Diego Cavalieri se esticar para salvar. Pouco depois, Fernandão subiu mais do que a defesa e cabeceou para fora. Como o Fluminense continuou arriscando apenas em batidas fracas, o Bahia intensificou a parte ofensiva. Talisca arrematou de fora da área e, mais uma vez, o goleiro espalmou.

Porém, aos 41, o time da casa abriu o placar. Marquinhos cruzou rasteiro da esquerda, e William Barbio se livrou da marcação para chutar e balançar as redes. Antes do fim do primeiro tempo, o técnico Cristóvão Borges ainda foi obrigado a tirar Titi, lesionado, para colocar Feijão.

No intervalo, o técnico Dorival Júnior tirou o lateral Igor Julião para a entrada de Samuel. Logo na primeira jogada da etapa, o Fluminense quase empatou. Rafael Sobis recebeu na área, driblou o goleiro e, diante do gol aberto, finalizou para fora, desperdiçando oportunidade inacreditável.

Na resposta dos donos da casa, William Barbio puxou contragolpe pela direita, deixou o marcador para trás e finalizou rasteiro, para defesa de Diego Cavalieri, enquanto Fernandão tinha esperança de concluir. Sem alternativa, o Fluminense partiu no desespero ao ataque e conseguiu empatar. Aos dez, Rafael Sobis ganhou de dois adversários pela direita e cruzou rasteiro para a pequena área, onde Wagner se antecipou e chutou para fazer o gol.

Depois disso, Cristóvão Borges tirou Marquinhos Gabriel para colocar Diones. O Fluminense continuou melhor em campo, enquanto o Bahia se armou para responder em contragolpes. Aos 37 minutos, Samuel aproveitou cobrança de falta na área e mandou de cabeça para as redes. Porém, quase ao mesmo tempo, o Coritiba teve confirmada sua vitória sobre o São Paulo, confirmando a queda do Tricolor das Laranjeiras. As informações são do Gazeta Esportiva.

sábado, 7 de dezembro de 2013

Adeus, Tite: chance a Zizao, 'ajuda' a Mano, falta de energia no banco e 'luta' contra novelas

Acabou.
Às 21h22 deste sábado, 7 de dezembro de 2013, Tite deixou pela última vez o banco de reservas do Corinthians. É o fim da segunda, e vitoriosa, passagem do treinador pelo clube de Parque São Jorge. A derrota por 1 a 0 para o Náutico, na Arena Pernambuco, não estava nos planos, mas o técnico admitiu que os derradeiros 90 minutos à frente não foram fáceis.
Sempre elétrico, vibrante durante um jogo, ele foi quase irreconhecível no estádio em São Lourenço da Mata, calado, levantando poucas vezes da casamata. "É uma das poucas vezes que o banco foi meu parceiro. Faltava energia para a beira do campo", reconheceu Tite, nos vestiários.
"Claro que queria vencer. Mas talvez valesse menos que as homenagens que o Alessandro teve. A torcida cobra, mas é apaixonada e reconhece muito também. Vou levar isso comigo", disse o técnico, citando a despedida dos gramados do lateral-direito e capitão das suas grandes conquistas pelo Corinthians, a Libertadores e o Mundial do ano passado.
"Se tivesse que repetir, cada fase, tudo que fiz até aqui, deve ter um contrato para eu assinar", voltou a brincar Tite, que no dia em que anunciou sua saída afirmara que até se acorrentaria em um poste no CT Joaquim Grava caso conseguisse uma improvável vaga na Libertadores.
Agora, o treinador quer descansar. Antes, porém, mandou dez jogadores para as férias antes do duelo em Pernambuco, tudo para ajudar o seu sucessor, Mano Menezes.
Agência Corinthians
Fim de uma era: Tite deixa o Corinthians, e até Zizao tem chance na última partida
Fim de uma era: Tite deixa o Corinthians, e até Zizao tem chance na última partida
"O técnico, independente de quem seja - acho que vai ser o Mano mesmo, mas não posso falar, porque passa por uma questão diretiva, sei através de vocês dessa situação, desse momento... - O mais importante é a saúde. Por isso tiramos alguns atletas. Vai ser importante ter a força maior no início do ano que vem", falou Tite.
Em sua despedida, até Zizao teve chance de atuar. O chinês, que não entrava em campo desde janeiro deste ano, também deixará o clube ao final de 2013. "Era a opção ofensiva que tínhamos. Até o (zagueiro) Felipe de atacante botamos no final... Foi dar para cada um do grupo oportunidade no Brasileiro. Se tivesse Léo e Paulinho, que estão no sub-20, seriam opção. Mas ali, era ele", disse.
E para o futuro? Tite já tem uma certeza: vai precisar de duas televisões em casa.
"Eu não sou noveleiro. Vai ser duro ser parceiro dela (a esposa Rosmari). Vamos ter que ficar com uma TV de um lado, outra de outro", afirmou o técnico, que pretende encontrar campeões e assistir a jogos internacionais. "O objetivo é acompanhar grandes jogos. É dar um tempo. Mas o primeiro momento, é família. Conversar com (Carlos) Bianchi, Zagallo e depois as coisas vão se abrindo", citou.
A última pergunta: e agora? "Agora vamos para a oração. Sempre pela saúde. O último que dei um abraço foi Alessandro. Na palestra já houve um ato de carinho, de abraço, de despedida..."
Adeus, Tite.
espn

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

CBF antecipa jogos do Flamengo e do Corinthians para sábado

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) antecipou para sábado duas partidas da última rodada do Campeonato Brasileiro: Flamengo x Cruzeiro e Náutico x Corinthians. Os dois jogos foram adiantados porque não vão alterar a disputa pelas vagas na Copa Libertadores e nem a briga para escapar do rebaixamento.

Ao antecipar o confronto entre o time carioca e o campeão brasileiro, a CBF evitou um possível conflito de jogos no domingo. Como mandante, o Flamengo jogaria no Maracanã, mesmo local no qual o Botafogo esperava enfrentar o Criciúma.

Ainda que houvesse uma transferência para outro estádio, como São Januário, haveria dois jogos no mesmo dia e na mesma cidade, o que a polícia reprova, por causa do eventual choque de torcidas.


Com a antecipação de Flamengo x Cruzeiro, a CBF evitou o conflito de estádio e cidade. Os dois times vão se enfrentar às 17 horas de sábado. O rebaixado Náutico receberá o Corinthians, na despedida do técnico Tite, às 19h30, na Arena Pernambuco. Todos os outros oito jogos da rodada serão disputados às 17 horas de domingo.



RedeTV

domingo, 1 de dezembro de 2013

Santos vence e complica Furacão no G-4

Em um jogo em que o Santos não brigava por nada e o Atlético-PR lutava pela classificação antecipada para a Taça Libertadores, melhor para o franco atirador. No Estádio Benedito Teixeira, em São José do Rio Preto, o Peixe venceu por 2 a 1, em duelo válido pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro.
A vitória santista, que fez o time superar a campanha de 2012 no Brasileirão, foi construída com dois gols de Cícero, recordista de jogos e gols pelo Alvinegro na temporada. Marcelo, revelação da competição, descontou para o Furacão.
Marcelo e Cícero comandam
Com o resultado deste domingo, o Atlético-PR permaneceu com 61 pontos e terminou a rodada na terceira colocação. Já o Santos alcançou os 54 pontos e seguiu na oitava posição. As duas equipes voltam a campo no próximo domingo. O Furacão encara o Vasco na Arena Joinville, enquanto o Peixe pega o Goiás no Serra Dourada. Os dois jogos serão realizados às 17h.
Depois de perder a Copa do Brasil para o Flamengo no meio de semana, tudo que o Atlético-PR queria era vencer o Santos, garantir a classificação antecipada para a Taça Libertadores e esquecer a frustração vivida no Maracanã. Para isso, o rubro-negro sabia que precisaria muito de Marcelo, eleito a revelação do Brasileirão. O camisa 7 não decepcionou. Pela direita, deu trabalho a Eugenio Mena e Gustavo Henrique. Pela esquerda, arrepiou para cima de Cicinho e Edu Dracena. Por cima, marcou o primeiro gol da partida, aos 27 minutos, após cruzamento preciso de Éderson.
A festa de Marcelo e do Furacão só não foi maior porque seis minutos depois, após boa e rápida troca de passes do ataque santista, Cicinho cruzou e, também de cabeça, Cícero empatou a partida e justificou toda a cobrança por mais valorização feita durante a semana na Vila Belmiro.
Marcos Assunção e Alan Santos x Atlético-PR (Foto: Célio Messias / Ag. Estado)Os santistas Assunção e Alan Santos marcam o rubro-negro Everton (Foto: Célio Messias / Ag. Estado)
Muitas 'homenagens', e uma virada
O segundo tempo teve cara de despedida em São José do Rio Preto. Aos 11 minutos, quando Montillo já tinha assustado Weverton e Léo já havia levado perigo à meta de Aranha, Edu Dracena deu lugar a Durval, zagueiro que não deve permanecer no Peixe na próxima temporada. Dois minutos depois, ele viu que teria muito trabalho: em rápido contra-ataque, o artilheiro Éderson provou que estava em dia de garçom e rolou para Everton, que exagerou na força e desperdiçou grande oportunidade.
Mais tarde foi a vez de Marcos Assunção, que não jogava como titular desde agosto e também não deve seguir no Alvinegro em 2014, sair e dar lugar a Renato Abreu, outro que está em seus últimos dias no elenco santista.
Foi dos pés de um dos "homenageados" que nasceu o gol da virada do Santos. À la Gérson, Durval fez um lançamento longo que encontrou Cícero sozinho dentro da área rubro-negra. Com categoria, o camisa 8 tocou na saída de Weverton, marcando seu 14º gol no Brasileirão, e reforçando seus argumentos junto à diretoria alvinegra.
Globo Esporte

Grêmio vence o Goiás e confirma vaga na Libertadores

O Grêmio investiu alto para ter Hernán Barcos e até agora não tinha visto em campo o jogador que esperava. O Pirata estava há 9 jogos sem fazer gols e vinha sendo criticado repetidamente. Mas neste domingo, foi o centroavante que deu ao time gaúcho a vaga na próxima Libertadores. Ao vencer o Goiás por 1 a 0, com gol dele, pela penúltima rodada, em Porto Alegre, o Tricolor carimbou passaporte para disputar a competição mais importante do continente pela 15ª vez.
Barcos comemora gol do Grêmio contra o Goiás (Foto: Lucas Uebel/Divulgação, Grêmio)

O Grêmio chegou aos 64 pontos. Mais do que isso, combinada com a derrota do Botafogo, a vitória confirmou a Libertadores do próximo ano. Resta saber se será vaga direta ou fase preliminar.

Já o Goiás segue na disputa para também jogar a competição. Os comandados de Enderson Moreira seguem em terceiro com 59 pontos. Na última rodada enfrentam o Santos no Serra Dourada, enquanto o Grêmio pega a Portuguesa em São Paulo.
O Grêmio queria resolver as coisas rapidamente. Com a derrota do Botafogo, uma vitória confirmaria matematicamente vaga na próxima Libertadores. Por isso, o time saiu ao ataque desde o primeiro minuto. A chance inicial se apresentou aos 7 minutos, quando Barcos fez boa jogada, se livrou de um marcador e tentou encobrir Renan, que saiu rápido e salvou o Goiás.

Mas 9 minutos mais tarde a pressão gremista se tornou vitória parcial. Ramiro entrou pela direita e bateu cruzado, a bola passou por Renan, mas não por Barcos, que completou para a rede fazendo 1 a 0 para o time gaúcho.

'Atordoado', o Goiás só foi se encontrar aos perto dos 20 minutos de jogo. Foi quando Walter, bem marcado até então, escapou em uma cobrança de escanteio e, de calcanhar, quase empatou o jogo. A bola, no entanto, foi para fora.

O Goiás ensaiou uma pressão, mas não criou novas chances. Vitória parcial do Grêmio e o fim do primeiro tempo. "O Grêmio está bem. Eles não tiveram chances de gol. Estamos marcando e conseguindo jogar. Temos que fazer o segundo e matar o jogo", disse o zagueiro Rhodolfo.

O Grêmio não foi ameaçado no começo do segundo tempo. Conseguiu recuperar o domínio do jogo, também pela saída de Walter. A principal arma do rival se lesionou e não voltou para etapa final. Enquanto isso, Barcos comandou as ações ofensivas da equipe local. Aos 12, recebeu cruzamento de Vargas e cabeceou para fora.
Barcos foi substituído aos 38 do segundo tempo. E após muito tempo de vaias, foi aplaudido de pé pelos mais de 30 mil torcedores na Arena. Foi uma das melhores atuações dele vestindo azul, branco e preto, rompendo jejum e assumindo o protagonismo esperado.
O Goiás tentou bastante. Mas esbarrou na forte defesa gremista. A principal característica do time de Porto Alegre neste Brasileiro foi se retrair com qualidade. E foi assim até o apito derradeiro, que garantiu vaga na próxima Libertadores.
uol

Brasileiro 2013 terá um grande carioca rebaixado

Fluminense de Dorival Jr. e Gum é o time mais próximo do rebaixamentoOs resultados da 37ª rodada do Campeonato Brasileiro foram péssimos para os clubes do Rio de Janeiro. Após o término das partidas, Fluminense ou Vasco, ao menos um dos dois, será rebaixado ao final do torneio. Para piorar, os dois podem cair.
Apesar da vitória, o Vasco não conseguiu escapar da zona de rebaixamento, graças à derrota de outro clube carioca, o Botafogo, que perdeu por 2 x 1 para o Coritiba e se afastou do sonho de conseguir uma vaga na Copa Libertadores de 2014.
O Fluminense, com o empate em 2 x 2 com o Atlético-MG no sábado, caiu para a 18ª colocação e só escapa caso Coritiba e Vasco não vençam na última rodada. Nesse caso, o Tricolor conseguiria terminar no 16° lugar, rebaixando Coxa e Vasco. Caso contrário, o atual campeão brasileiro cairá. 
Grupo Abril

Portuguesa vence a Ponte e respira na luta contra o rebaixamento

A Portuguesa aproveitou o desânimo da recém-rebaixada Ponte Preta para conquistar uma vitória por 2 a 0 neste domingo, no Moisés Lucarelli. O resultado foi fundamental para o time paulistano na missão de evitar ter o mesmo destino da equipe de Campinas no Campeonato Brasileiro.
Souza Portuguesa x Ponte Preta (Foto: Rodrigo Villalba / Ag. Estado)
Agora com 47 pontos ganhos, a Portuguesa se distanciou da zona de rebaixamento, de onde não sairá mais a penúltima colocada Ponte, com 36. Na última rodada, os rivais dos dois serão gaúchos. O clube rubro-verde receberá o Grêmio no Canindé, enquanto o alvinegro visitará o Internacional no Centenário.
Mas a preocupação da Ponte não é mais com o Brasileiro. O time dirigido por Jorginho até preservou titulares neste fim de semana, pensando no argentino Lanús, adversário na final da Copa Sul-americana de quarta-feira, no Pacaembu. Henrique e Wanderson se valeram da situação para marcar os gols da Portuguesa.
O jogo – A Portuguesa entrou em campo muito mais interessada do que a rebaixada Ponte Preta. A disposição dos comandados de Guto Ferreira (de volta ao Moisés Lucarelli), no entanto, não significava efetividade ofensiva.
Com dificuldades de criação, a Portuguesa apostou principalmente em cruzamentos na área no primeiro tempo. A estratégia para encurtar o caminho para o gol parou no ex-corintiano Betão, que levava a melhor pelo alto contra os visitantes.
Quando o levantamento na área veio de uma bola parada, no entanto, ninguém conseguiu evitar o gol da Portuguesa. Aos 15 minutos, Souza cobrou escanteio, e Henrique tirou proveito da hesitação do goleiro Daniel para cabecear para a rede na segunda trave.
A vantagem da Portuguesa no placar chamou os reservas da Ponte para o campo de ataque. Assim como a equipe rival, contudo, faltava criatividade para os comandados de Jorginho. William e Adrianinho até arriscaram algumas conclusões, porém sem pontaria.
De qualquer forma, a vontade da Ponte de vencer ficou clara com a revolta de Jorginho e de seus atletas com o árbitro Márcio Chagas da Silva, que não assinalou uma falta em Ferrugem quase na meia-lua nem um toque de mão (aparentemente, involuntário) do lusitano Lima dentro da área.
Sem se importar com as queixas, a Portuguesa voltou a assustar a Ponte no final da primeira etapa – movimentada, mas fraca tecnicamente. Aos 40, Luis Ricardo fez grande jogada pela direita e finalizou cruzado. A bola acertou a trave.
Com a tarefa de manter o ritmo no segundo tempo, quando atuaria contra o sol intenso em Campinas, a Portuguesa voltou do intervalo com Wanderson na vaga do desgastado Souza. A Ponte Preta foi a mesma, mas com uma atitude mais agressiva, investindo nas jogadas ofensivas com Régis.
Na defesa, entretanto, os donos da casa pecavam pela desatenção. Aos 15 minutos, por exemplo, uma saída de bola errada da Ponte fez com que Wanderson recebesse assistência e ficasse completamente livre de marcação dentro da área. Ele desperdiçou a grande chance com um chute para fora.
Logo após o susto, Jorginho resolveu mexer na formação da Ponte, com Rafael Ratão no lugar do aplaudido Ferrugem. Não adiantou. Aos 20, em jogada bem trabalhada pela Portuguesa, Wanderson recebeu passe da esquerda dentro da área e só empurrou para o gol.
O placar de 2 a 0 deixou a Portuguesa à vontade para administrar a partida até os minutos finais. Do outro lado, a Ponte Preta também já não tinha mais forças para impedir a sua 19ª derrota no Campeonato Brasileiro. As informações são do Gazeta Esportiva.

Pênalti polêmico no 1º minuto dá ao Criciúma vitória sobre São Paulo

Um pênalti com poucos segundos – e convertido por Wellington Paulista – garantiu ao Criciúma a vitória por 1 a 0 sobre o São Paulo, na tarde deste domingo, no Heriberto Hulse. Pênalti polêmico (assinalado em impedimento) que ajudou a manter a equipe catarinense fora da zona de descenso, a uma partida do final do Campeonato Brasileiro.
Wellington Paulista gol Criciúma (Foto: Fernando Ribeiro / Ag. Estado)
Na rodada derradeira, daqui a uma semana, o Criciúma (agora com 46 pontos) decide seu futuro contra o Botafogo, no Rio de Janeiro, dependendo apenas de si para continuar na primeira divisão em 2014. Já ao São Paulo, sem qualquer pretensão, jogará como mandante diante do Coritiba, em Itu – a partida não será no Morumbi porque o clube foi punido com perda de mando de campo.
Neste domingo, Muricy Ramalho promoveu cinco mudanças no time. Apenas duas delas por necessidade (o lateral esquerdo começou no banco por conta de dores musculares, dando lugar a Lucas Evangelista, enquanto o volante Wellington substituiu Denilson, vetado em função de indisposição digestiva).
As outras alterações foram todas na frente. Em vez de atuar com Ademilson e Aloísio, como vinha fazendo nas partidas passadas, o treinador são-paulino escalou três atacantes: Welliton, Osvaldo e Luis Fabiano. Assim, Douglas, que vinha sendo um ponta ultimamente, retornou para a lateral direita, já que Paulo Miranda cumpria suspensão.
Mal deu tempo para que a nova formação se encaixasse em campo. Com menos de um minuto, Sueliton entrou na área e caiu após chegada de Lucas Evangelista por trás. O lance deveria ser invalidado por impedimento do lateral direito, mas o árbitro assinalou pênalti. Na cobrança, Wellington Paulista deslocou Rogério Ceni, bateu no canto direito e abriu o placar.
A vantagem rapidamente construída empolgou o Criciúma, que poderia ter feito mais gols logo depois. Aos seis minutos, Fábio Ferreira aproveitou cobrança de escanteio e bateu à esquerda do gol. Quatro minutos mais tarde, Lins fez ótima jogada pela ponta esquerda, carregou a bola para o meio, chutou no canto direito baixo e só não marcou porque Ceni fez ótima defesa.
Depois disso, o São Paulo se recuperou do golpe e começou a ter maior posse de bola, porém muitas vezes sem conseguir passar do meio-campo. Com um só meia de ofício (Ricardinho) e três jogadores de forte marcação (Serginho, João Vitor e Elton), o time da casa formava uma barreira praticamente intransponível à frente da defesa, obrigando o time visitante a explorar as jogadas laterais.
E foram pelos lados mesmo as únicas chances de gol da equipe paulista. Aos 31 minutos, Osvaldo recebeu na ponta esquerda e cruzou para Luis Fabiano, no meio da área, chutar acima do travessão. Sete minutos depois, Welliton recebeu cruzamento do mesmo lado e tocou de letra, mas não conseguiu vazar o bem colocado goleiro Galatto.
Sem alterações de nenhum lado no intervalo, os dois times voltaram para o segundo tempo com o mesmo desenho tático do primeiro. Mas, retraído e apostando mais em contragolpes, o Criciúma teve uma baixa importante aos nove minutos, quando o capitão Lins se machucou em dividida com Douglas e precisou ser substituído por Fabinho.
Com o passar do tempo, porém, o técnico Argel Fucks abdicou definitivamente de se arriscar, tirando o volante João Vitor para reforçar a defesa, com Matheus Ferraz. Ao mesmo tempo, Muricy trocou Ganso por João Schmidt e Welliton por Aloísio. Mas a tentativa são-paulina de mudança não surtiu efeito, e o Criciúma, que teve até uma última chance desperdiçada por Fabinho, assegurou mais três importantíssimos pontos na luta contra a queda para a segunda divisão nacional. As informações são do Gazeta Esportiva.