Caso condenado no Supremo, Russomano pode ser considerado inelegível para disputar o comando da capital paulista.
Russomano é acusado de peculato, ou seja, desvio de dinheiro público. Segundo o Ministério Público, ele usou verba da Câmara dos Deputados para pagar salário da gerente de uma produtora de vídeos de sua propriedade, entre 1997 e 2001. A defesa do deputado nega ter praticado crime e diz que a funcionária de fato trabalhava para seu gabinete.
O deputado foi condenado em 2014, na primeira instância, a 2 anos e 2 meses de prisão, e a pena acabou convertida em prestação de serviços e pagamento de cestas básicas. O parlamentar recorreu da decisão, mas, quando reassumiu mandato em 2015, o caso foi remetido ao STF.
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