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| (Foto: Reuters/Ricardo Moraes) |
O incêndio que destruiu o Museu Nacional na noite deste domingo (2) teve o combate prejudicado por falta de água.
Segundo o coronel do Corpo de Bombeiros, Roberto Robadei Costa Júnior, só por volta das quatro horas após o início das chamas, a situação da água foi normalizada.
"Dois hidrantes, mais próximos, estavam sem carga (força) e pedimos para a Cedae desviar água para cá. Neste momento, temos a garantia que não faltará água. Há muito material combustível com muita madeira no piso do prédio. Além disso, há muito material inflamável, muito animal com álcool e isso fica muito difícil para nós", explicou o coronel Costa Júnior.
A falta de água atrasou no combate do incêndio. Um caminhão de 30 mil litros foi levado ao local mas a corporação buscou água nas proximidades do museu para combater o incêndio.
"A falta de água atrasou em 30 a 40 minutos o combate ao fogo. Em 31 segundos, após o chamado, começamos a chegar ao Museu Nacional. Conseguimos retirar algum material. Há ainda pontos intactos. Vamos trabalhar muito para salvar o que for possível", explicou o coronel.
De acordo com o coronel Costa Júnior, 80 bombeiros de 20 quartéis trabalham na tentativa de controlar o incêndio. Às 23h30, ele afirmou que a estrutura externa do prédio não corre o risco de desabar.
"Neste momento, pelo menos, a fachada não corre o risco. A parede é muito grossa, antiga. Não vejo este risco mas ainda precisamos aguardar. Não controlamos o incêndio ainda", explicou o comandante-geral do Corpo dos Bombeiros.
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